Feliz 2006!

 

Mais um ano acabando e, além da minha família, eu queria agradecer a todos os amigos e colegas que fizeram parte da minha vida nesse 2005. Em especial:

 

-  meus velhos irmãos bastardos Drogone, Tripé, Guilherme e Giuliano, por mais um ano cheio de amizades verdadeiras e histórias engraçadas

 

- Cleiton “Latino” Martinelli e Kátia Martinelli, pela generosidade e amizade

 

-  André “beição” e Carlos “funcionário do mês”, os manos cavaleiros do Apocalypso

 

- Claudio, Márcia, Bruna e Davi Rimoldi, todo o pessoal da Metaclan, incluindo nosso “guru” Damásio, por proporcionarem alguns dos melhores dias do ano, e claro, Ariana Looooopes de Oliveira, que odeia quando a chamo assim mas que gosto tanto dela que é melhor nem falar muito aqui

 

- Rodrigo “Palmito” e Pri, do RJ. Nem tem o que falar desse cara... sorte de quem tem o privilégio de poder contar com sua amizade, mesmo à distância. Fiquei feliz pra caramba pelo seu presente cara, você merece!

 

- Dona Janete, da Renísea

 

- Rosa e Ana Cleide da ESAN, por manterem o contato mesmo depois de tantos anos

 

- pessoal da Pirelli – Instalação, em especial Kátia, Rebeca e Renan

 

- pessoal dos fóruns e MSN, seriam muitos pra citar mesmo tendo perdido contato com tanta gente... meu MSN e UIN continuam os mesmos, então pelo menos posso ficar tranquilo pois não foi culpa minha

 

Como diria aquela frase ridícula, só pra encher o saco: que 2005 seja muito pior que 2006!



Escrito por mequinho às 16h51
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John Lennon: Imagine
  

Ontem de madrugada dei uma pausa no RE4 e vi que estava passando o Imagine: John Lennon no Sistema B de Televisão.

 

Já assisti, mas mesmo assim parei pra acompanhar. Esse documentário tem alguns momentos marcantes, como:

 

- Lennon tentando explicar a um fã maltrapilho e com olhar perdido, que estava rondando a sua mansão há dias, que ele não era um messias ou algo do tipo, e que suas letras falavam apenas sobre si mesmo

 

- o rebuliço mundial de quando ele disse que os Beatles eram maiores que Jesus Cristo

 

- a antológica discussão com o cartunista Al Capp durante a semana em que Lennon e Yoko passaram deitados numa cama protestando contra a Guerra do Vietnã, no Canadá. O sujeito era um radical conservador de extrema direita e soltou os cachorros em cima dos métodos de protesto pacifista do casal, como aparecerem nus na capa de um disco. Vale o filme!

 

-  outra discussão bastante acalorada de Lennon, dessa vez com uma repórter do NY Times

 

- ele explicando o porquê de ter escrito How Do You Sleep At Night ( Como você consegue dormir à noite? ), um festival de farpas contra Paul Mccartney

 

- Lennon dando uma entrevista na praia e falando que não haveria problemas numa volta dos Beatles, porque após tantos anos as cicatrizes já estavam fechadas...

 

Antes de dormir, peguei pra reler meu livrinho com entrevistas clássicas dele, uma para a Rolling Stone em 1970, outra para a Playboy em 1980. A segunda é mais interessante, porque ele comenta sobre várias músicas dos Beatles e fala abertamente sobre seus ressentimentos e lembranças dos outros três.



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 16h41
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Declarações do Lobão

 

Lobão, sempre ele, soltou mais algumas daquelas declarações fortes. Dessa vez foi no programa do “revista Caras ambulante” Amaury Jr.

 

"Lula não serve e nunca serviu para ser presidente". Disse que esse governo é um desastre, que está envergonhado de ter apoiado a sua eleição e que Lula “ou é otário ou é canalha”.

 

“Gil é uma raposa no galinheiro”, explicando que o nosso Ministro da Cultura acha normal a prática do jabá nas rádios

 

"O Gil não pode ser ministro e, ao mesmo tempo, contratado de uma gravadora. É o mesmo que um presidente do Banco Central ser um executivo do Banco de Boston"

 

O Lobão sabe mesmo tocar na ferida quando o assunto é jabá, gravadoras, verticalização no preço dos CDs, direitos autoriais, endeusamento de figuras como Caetano Veloso, etc. Quando ele diz que Lula ou é otário ou é canalha, pode parecer forte mas no fundo ele está expressando apenas o óbvio ululante: ou o nosso Presidente foi feito de trouxa e é um fantoche, ou tava envolvido no esquema. De qualquer maneira ele deve pagar por isso nas eleições. Pelo menos a minha parte eu vou fazer.



Escrito por mequinho às 15h57
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Álbuns de 2005

Outros discos que eu ouvi esse ano:

 

Deep Purple – Rapture of the Deep

Achei legalzinho. Bom, porém mais fraco que o Bananas. Mesmo problema do Abbandon com relação ao Purplendicular. Gostei mais dessas: a balada Cleary Quite Absurd, a setentista Kiss Tomorrow Goodbye, a viajante Before Time Began e a ótima faixa-título.

 

Helloween – Keeper Of The Seven Keys: The Legacy

Fraco, ainda mais pelo peso do nome que ostenta. Deviam ter esperado uma melhor oportunidade pra usar a palavra Keeper. Acabaram gerando uma baita expectativa em cima de um disco que na melhor das hipóteses é medíocre. O melhor elogio que eu consigo pensar é dizer que é melhor que o ridículo álbum anterior. Gostei de Occasion Avenue e mais duas ou três... o resto é um amontoado de músicas que começam bem mas que afundam em algum momento, geralmente quando você percebe o quanto de falta fazem Kai Hansen e Mike Kiske.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 00h55
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Opeth – Ghost Reveries

Não sou um grande especialista em Opeth, e comecei a me interessar mais depois da participação do vocalista no projeto Ayreon. Esse álbum traz de volta o peso e os vocais guturais “inteligentes”, depois do esquisito e melancólico Dammnation. Que som faz o Opeth? Mistura perfeita e inusitada entre Death Metal e Progressivo. Parece ridículo falando assim, mas é a melhor definição que encontraram até agora. A The Grand Conjuration, desse disco, resume bem o que é o Opeth, com uma parte na metade que parece o DT.

 

Nevermore – This Godless Endeavour

Outra banda que não é das minhas preferidas, mas que curti o disco novo. Tremenda aula de Thrash Metal moderno! Uma PAULADA desde o início, com Born. Final Product também detona. Acho que gostei desse álbum mais até do que tenho em CD, o Dead Heart In A Dead World.

 

Judas Priest – Angel Of Retribution

Infelizmente ficou um pouco abaixo do esperado. A união com Roy Z dessa vez não deu certo, e a produção não ficou ok. Judas Rising, Worth Fighting For, Demonizer e Angel são muito boas, e Hellrider poderia estar no Painkiller. Mas no restante, faltou criatividade. Tentaram usar a mesma estratégia do “disco da volta” que deu certo com o Iron Maiden no Brave New World, com cada música lembrando uma fase ou disco antigo. Também esperava muito mais do Halford, que cantou muito melhor em seus dois últimos trabalhos. Lochness, que eu esperava que fosse um grande épico, coitada, não chega nem aos pés de Cathedral Spires. Quem sabe no próximo eles consigam entrar no estúdio com o mesmo espírito do Painkiller...

 

Tribuzy e Rammstein – Rosenrot eu já escrevi, não vou repetir.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 00h51
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Álbuns de 2005 – Dream Theater, Octavarium

 

 

Ainda tô “digerindo” esse álbum, mas já estou gostando bem mais do que no dia em que comprei. Ainda acho que é um dos mais fracos da carreira e dificilmente isso vai mudar, mas These Walls, a pesada Panic Attack e, principalmente, a faixa-título, já me conquistaram. Octavarium ( a música ) é como uma reunião perfeita entre Genesis, Pink Floyd e Yes. Aliás o seu final, grandioso e sinfônico, parece até um tributo, uma homenagem ao Yes, de tanto que lembra. Até a guitarra parece nitidamente que é o Steve Howe tocando!

 

O que falta nesse trabalho, fora uma maior criatividade nos refrãos ( The Answer Lies Within nem se compara perto de outras baladas que eles já fizeram )  é aquela pegada tradicional do DT, os momentos “quebradeira”. Mas deve ter sido essa a intenção, a inevitável ressaca depois do barulhento e pesadíssimo Train of Thought: fazer algo ao mesmo tempo mais simples e mais progressivo. A Octavarium é bem isso: uma das mais prog que eles já fizeram, e ao mesmo tempo uma das mais simples, com pouca virtuose. Quer dizer, pouca para os padrões do DT, claro!

 

É um bom disco, sim. É que já houve álbuns como Falling Into Infinity e Scenes From A Memory, que foram muito mais fáceis de se assimilar. Os últimos estão exigindo cada vez mais audições, talvez porque o passado do Dream Theater eleva o nosso nível de exigência até a níveis estratosféricos.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 00h00
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Álbuns de 2005 – Bruce Dickinson, A Tyranny Of Souls

 

 

Não tem jeito, o Bruce só corre o risco de dar bola fora quando tenta sair do Heavy Metal tradicional. Quando resolve se concentrar no que entende, dá aula, humilha.

 

Muita gente não gostou, chiou da produção, achou que foi feito “nas coxas”. Eu adorei. Claro que a produção podia ser mais limpa e que o repertório não se compara ao de Accident Of Birth e Chemical Wedding, mas baralho, não é fácil fazer mais um álbum daquele nível. Aqueles dois discos provavelmente são o ápice, o paradigma eterno da carreira solo do Bruce. Ele nunca mais vai conseguir fazer algo tão perfeito, até porque a motivação não é a mesma: agora ele já está de volta ao Maiden, então não existe mais aquele espírito de competição, de querer provar o quanto faz falta.

 

Gostei de todas as músicas. A mais fraquinha é Power of the Sun, que lembra muito Helloween. O resto detona, inclusive a Bonus Track Eternal, balada tão linda quanto Navigate to the Seas of the Sun. Kill Devil Hill e River Of No Return serviriam pro Iron Maiden, e acho que o Steve Harris morreu de inveja do clima que o Bruce conseguiu criar nelas, principalmente na segunda. Outra que eu adorei foi Devil on a Hog, mais levinha e que ficou bem legal pelo refrão Hard Rock que remete à época do Tattoed Millionaire. Demais!

 

recomendadas: Kill Devil Hill, River Of No Return, Abduction, Navigate to the Seas of the Sun, Devil on a Hog



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h31
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Álbuns de 2005 – Candlemass, Candlemass

 

Opa, já aqui o bicho pega! Acho que ninguém esperava que os deuses do Doom lançassem um disco tão bom à essa altura da carreira, quando até chegaram a encerrar novamente as atividades após um breve retorno. Desde a abertura, com a rápida Black Dwarf, até a Bonus Track Mars And Volcanos, é um festival de ( ótimos ) riffs sabbáticos. Inúmeras bandas tentam imitar a genialidade do Tony “bigode” Iommi, mas a verdade é que pouca gente consegue um resultado que não soe tosco ou até ridículo. Pra se ter um bom riff é preciso antes de tudo ter uma boa idéia, e é assim que o Candlemass compõe. Assassin of the Light é uma das melhores músicas do Black Sabbath sem ser do Black Sabbath que eu já ouvi! A mais maravilhosa da excelente sequência das 5 primeiras músicas. Seven Silver Keys é linda, pra apagar a luz e viajar no som.

 

Imperdível pra quem gosta de Sabbath, Doom Metal ou Heavy Metal em geral.

 

recomendadas: Black Dwarf, Seven Silver Keys, Assassin Of The Light, Copernicus, The Man Who Fell From The Sky



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h23
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Álbuns de 2005 – Place Vendome, Place Vendome 

 

 

O projeto dos caras do Pink Cream 69 com o lendário Mike Kiske. É um Hard bem levinho, bem radiofônico e POP mesmo, que muita gente chama de AOR – Adult Oriented Rock. Pra quem curte Journey, Foreigner, algumas coisas do Kansas, vai muito bem. Não é Metal, mas pra mim estaria de bom tamanho se o Kiske optasse por seguir essa linha daqui pra frente, porque ele ainda canta MUITO bem e se encaixa melhor nesse estilo mais limpo do que num som mais despojado, como tentou no fracassado Supared.

 

Ideal para se escutar no carro num sábado ensolarado. E antes das 10 da manhã.

 

recomendadas: Cross The Line, Too Late, I Will Be Gone, The Setting Sun



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h17
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Rolê em SP

 

Passamos na Galeria Pagé hoje, pra comprar o PS2 do Drogone. Fazia um tempão que eu não entrava ali, e pelo que vi o “Mundo Encantado das Compras” hoje tá mais pra Vilarejo em termos de games, perto do que já foi.

 

Engraçado é que eu fui fazer o teste no console pra verificar se o modchip instalado era mesmo o Matrix, e ao desativá-lo, segurando o Start, a vendedora ficou puta achando que eu tinha feito merda hehe

 

“Ôxi!!! Você quebrou meu aparelho, olha aí!!!! E agora e agora!!!”

 

Lógico, com o chip desativado não entrava mais nada, nenhum jogo. Mas parecia até que eu tinha ativado o modo de auto-destruição do danado. Devia ter falado “olha, realmente fiz merda, o console está inutilizado, sou um crápula... vamos fazer o seguinte: nós te damos 500 pau só pra cobrir seu prejuízo, e levamos essa sucata embora pra aproveitar umas peças, o que acha?”

 

Pedi pra ela desligar da tomada e depois ligar de novo, pro chip voltar a funcionar. Foda é que ela queria insistir comigo que o Matrix original não podia ter seu firmware atualizado, que se tentasse atualizar queimava... bateu o pé, ficou “arretada” hehe! Deixa pra lá.

 

Depois passamos na Galeria do Rock e acabei pegando o Six Degrees Of Inner Turbulance, do Dream Theater, porque tava baratinho.



Escrito por mequinho às 23h12
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Mortal Kombat Shaolin Monks

 

Terminei hoje. Antes de ler reviews e opiniões bastante positivas até de quem odeia a série, não esperava grande coisa, mesmo depois da recuperação apresentada pelo excelente MK Deception, que tirou de vez a saga da lama. É muito bom, principalmente pra quem conhece os primeiros MK.

 

O que a esperta da Midway fez foi pegar a história de Mortal Kombat 2, o melhor de todos até hoje, e transformar num jogo de ação, misturando características de games de plataforma com beat´em ups tipo Final Fight e Golden Axe. Deu certo, e quanto mais se avança, jogando com Kung Lao ou Liu Kang, mais se tem a impressão de se estar jogando um remake extremamente expandido do MK2. Toda a turma daquela época aparece, faz pelo menos uma ponta, inclusive os obscuros Ermac e Smoke. Sem falar dos cenários, que são recriações perfeitas em 3D.

 

 

Alguns momentos marcantes:

-          a sensacional batalha contra Baraka

-          a frase absurdamente patética de Liu Kang antes da mesma luta, ao amparar um monge destroçado pelo feioso... acho que foi intencional, só pode!

-          Sub Zero, controlado pelo computador, lutando ao seu lado em cima de um barco durante uma travessia, jogando os esqueletos de volta pro rio

-          A luta contra Scorpion, no meio de um inferno de lava lembrando o final de A Vingança do Sith e O Retorno do Rei

-          a maravilhosa sequência final, uma réplica dos acontecimentos de MK2: na mesma arena você enfrenta Shang Tsung, o “Mr. Simpatia”  Kintaro e o   

        falastrão Shao Khan, que continua com suas frases do tipo “So Pathetic!”, tendo ao fundo Sonya e Kano acorrentados

-          matar Shao Khan acertando-o com a cabeça de Kintaro... que delícia



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 21h49
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contin.

 

Pastei um pouco pra liberar o MK2, que vem de bônus nos extras. É a mesma versão do Midway Arcade Treasures, inclusive a Sony da Europa deu um ultimato à Midway: ou eles corrigiam o bug do Smoke ( seu truque precisa do botão Start, que nas versões caseiras pausa o game e impede a realização da dica ), que com certeza gerou muitas reclamações, ou excluíam de vez o game. Por falta de tempo, preferiam eliminar o MK2 da versão européia. Legal é que também libera o remake do cenário The Pit 2, lindíssimo e que tem até o sujeito incendiado na outra ponte.

 

Um detalhe em particular me incomodou: a voz e o gestual do Raiden não combinam com o que ele representa na saga. Deviam ter colocado uma voz mais grave, envelhecido um pouco o personagem, porque às vezes ele parece jovial e normal demais para um “Elder God”.



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 21h47
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Natal

 

Passei com minhas tias, primos e primas lá em SP.

 

De madrugada, sem computador, sem videogame, sem ninguém pra jogar conversa fora e naturalmente sem nenhum sono, me restou assistir ao que a TV aberta estivesse vomitando. Mas até que tava bom: o Sistema B de Televisão caprichou mais, passando A Pantera Cor de Rosa, que infelizmente hoje eu não vejo mais graça nenhuma, e 007 Os Diamantes São Eternos, com o melhor James Bond de todos: Sir Sean Connery. Na Globo tava passando Espíritos de Natal, mais uma versão da fábula em que uma pessoa avarenta e maldosa recebe a visita de espíritos que mostrarão como ela é ruim. Tem uma com o Bill Murray que é muito melhor.

 

Engraçado que enquanto isso, numa festa na vizinhança, colocaram Beatles pra tocar ( coincidência, porque estou re-ouvindo / pesquisando essa banda nas últimas semanas ). Após Love Me Do, Please Please Me e Mr. Postman, tiraram. Tava até divertido ficar relembrando o nome das músicas...

 

Na volta, encontrei o Billie preso na sala. Com medo dos fogos ele invadiu e passou a noite aqui dentro hehe! Chato é que deixou sua “marca registrada” em tudo que é canto.

 

Natal é sempre a mesma coisa. Ainda bem.



Escrito por mequinho às 21h44
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Silent Hill, o filme

 

 

Dias atrás saíram mais fotos e um teaser-trailer do filme baseado no clássico de terror da Konami. Pelas fotos parece que será fidelíssimo ao game, ao menos no visual.

 

transcrição perfeita do melhor efeito de fog nos games ( e não era pro N64 :P )

 

Tomara que mantenha o clima desorientador também. 

 

O link para o trailer e mais fotos é da Cineplayers, o melhor site brasileiro de cinema atualmente:

http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1574



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 22h59
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Capcom Classics

 

Peguei a coletânea de clássicos da Capcom que saiu recentemente, Capcom Classics Collection. São 22 clássicos do arcade, que vão desde a época da 1942 até alguns da saudosa placa CPS1.

 

 

Antes de falar dela, um detalhe pra quem tem PS2: evite a mídia prensada que vem com uma inscrição “CSD” na parte de trás. O meu console é destravado com Matrix e mesmo assim a primeira cópia não funcionou, nem chegou a ser reconhecida como mídia de PS2. Atualizei o firmware do chip e não adiantou. Após uma pesquisada descrobri que é essa mídia que está dando problema, por ser de má-qualidade. A prensada boa é uma que vem com o nome do jogo atrás, não esse “CSD”.

 

Infelizmente essa coletânea é decepcionante para quem, como eu, a comprou pensando em ter em casa versões arcade perfect das 3 primeiras edições de Street Fighter 2. Muitas vezes os fãs hardcore da série reclamam de detalhes absolutamente irrelevantes nos ports caseiros, mesmo em conversões excelentes como as do Dreamcast. Mas dessa vez a Capcom pisou feio na bola, porque a conversão é um verdadeiro SERVIÇO DE PORCO. Nem de longe dá aquela sensação de arcade: parece que você está jogando uma versão ruim para um console de 32bit. A imagem fica irreversivelmente com tarjas pretas: nem usando-se a opção para “esticá-la” ela preenche completamente a tela. As músicas rodam direto do DVD e as vozes ficaram distorcidas, agudas. E o pior: existe um ridículo LOADING entre os rounds! Isso é inaceitável quando se compara com o port de SF3: Third Strike, que é um jogo muito mais pesado e que não tem loading nenhum. Lamentável.

 

O outro grande motivo de eu comprar está belezinha: Final Fight roda perfeitamente e, pelo menos até agora ( terminei uma vez ), não percebi nenhuma falha grave. De resto, ainda há a série completa de Ghouls ´n Ghosts  ( inclusive a versão de Snes, dificílima ), e outras jóias como o adorado Bionic Commando ( na verdade é a versão do Nintendinho que é cultuada ).

 

Da próxima vez seria melhor que a Capcom montasse uma coletânea diferenciada por placa. Acho que foi isso que ferrou com o SF: ele é o jogo mais sofisticado aqui, o mais difícil de emular, e tiveram preguiça de consertar seus bugs com medo de estragar os outros. Emuladores amadores, como o MAME e Final Burn, fizeram um trabalho muito melhor.



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 22h34
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Mudanças na Telefonia

 

A Anatel aprovou uma série de mudanças na área da telefonia, que passam a valer em 2006. Achei esse resumo na Folha Online:

 

Link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u103556.shtml

 

Tem medidas muito boas aí. E a internet nos finais de semana e downloads milagrosos na madrugada não correm risco não hehe.

 



Escrito por mequinho às 22h30
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Operation Mindcrime 2

 

Melhor que a capa lindona e totalmente fiel à primeira do Operation Mindcrime 2, só mesmo saber que não é o Halford, mas sim DIO quem vai interpretar o Dr. X na esperadíssima continuação desse clássico.

 

dessa vez o Brian May não cedeu seu rosto para a foto :P

 

O Queensryche afundou após o Empire, mas depois de saber desses dois detalhes do disco novo, fiquei mais esperançoso de que eles saiam da lama. Após o último álbum, Tribe, mais um trabalho fraquíssimo em sequência, e o fracasso na tentativa de volta do guitarrista Chris Degarmo, eu achava que eles encerrariam as atividades, tamanha a desmotivação e chatice que as músicas transmitiam, salvo umas 3 ou 4 exceções.

 

Por coincidência, estou com o DVD Operation Livecrime aqui, e ontem aproveitei pra assistí-lo. Sensacional, aquilo sim que é o Queensryche! Se voltarem com um pouco do pique que eles demonstram nesse show será ótimo.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h07
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O Peixe não tá morto não! J

 

Claro que adorei a volta do Luxa pro Santos. Apesar que, tá na cara, assim que o Parreira deixar a Seleção ele pula do barco.

 

E o insano do Fábio Costa? Preferia o Roger, do SP, mas se não der certo com ele, que venha o doidão mesmo. Ficar trocando de goleiro a cada 3 meses é que não dá. Depois que o Fábio saiu, nenhum outro se estabilizou, fazendo o Santos passar por situações patéticas com Doni, Henao ou aquele lenhador de bonsai chileno que me fugiu o nome agora.



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 22h50
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Liverpool continua sendo a terra dos Beatles

 

Coloquei o celular pra me acordar às 8:00h, mas juro que nem lembro dele ter tocado. Acordei com os fogos do primeiro gol. Ainda bem, porque estava muito a fim de ver esse jogo!

 

Achava que o Liverpool passaria feito um trator pelo São Paulo. E passou mesmo, porque, principalmente no segundo tempo, SÓ deu Liverpool. O SP ficou completamente sufocado, se segurando aos trancos e barrancos, com uma atuação perfeita do Rogério Ceni e contando com a sorte de o bandeirinha ter anulado corretamente 3 gols do adversário. Bastava o auxiliar e o árbitro se equivocarem em um dos 3 lances, e a partida teria ido pra prorrogação.

 

Mas é aquela coisa: quem não faz, toma! Ficou parecendo o jogo da Grécia contra Portugal na final da Eurocopa. Os gregos jogaram feio, uma retranca total, mas marcaram um único golzinho que foi suficiente. Pronto. Futebol é assim mesmo, premia quem marca, não necessariamente quem “joga”. Engraçado que teve momentos que eu torcia pro SP ( não é um time brasileiro que me desperte ódio ou ojeriza hehehe ), em outros me peguei torcendo pros ingleses, que mereciam pelo menos um gol no segundo tempo.

 

O Brasil tá realmente ganhando tudo no futebol. Copa América, Copa das Confederações, Libertadores, Mundial... amanhã o Ronaldinho Gaúcho será eleito o melhor do mundo... esse favoritismo todo até preocupa.



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 22h41
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Ainda Sobre o Dream Theater

 

 

Alguns detalhes que preciso comentar:

 

1 – um momento impressionante foi quando pararam abruptamente na Metropolis, justo numa parte “quebrada”, rápida e difícil. Do nada, o Credicard Hall ficou na escuridão total, apenas com o público gritando, por quase 2 minutos. E quando voltaram, mais abruptamente ainda, continuaram EXATAMENTE do trecho onde haviam parado, numa sincronia absurda, como se tivéssemos despausado um cd-player num trecho qualquer. Tem que ser muito, muito bom pra se fazer isso, e o entrosamento entre eles tem que ser fora do comum;

 

2 – legal também quando o Portnoy trocou de baquetas sem parar de tocar, no meio de uma música, jogando a da mão esquerda pros roadies que estavam bem longe e recebendo ela arremessada de volta; momento de circo

 

3 – teve a These Walls também no primeiro set. Esqueci de incluí-la

 

4 – as versões acústicas são da dupla ( francesa, ao que parece ) Pipo & Elo. http://pipoelo.free.fr/music.html

Obrigado ao pessoal dos fóruns pela informação!



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 22h57
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Dream Theater: Nota 10!

Acabei de presenciar um show PERFEITO. Desde a qualidade dos músicos até o som do local, tudo funcionou pro Dream Theater. Mesmo com uma palco “pelado”, sem absolutamente nada que não fosse os intrumentos e os próprios músicos, e mesmo sem os telões do Credicard Hall.

 

Após a intro com a música tema de Laranja Mecânica, abriram com The Glass Prison. Em seguida, várias surpresas:  Just Let Me Breathe, The Mirror / Lie ( ainda bem que não desprezaram o Awake! ), The Answer Lies Within, Never Enough, In The Name Of God. Legal que as duas do Awake foram tocadas fielmente, apenas com uma ou outra paradinha diferente do Portnoy. Tudo perfeito, o som estava incrível e a banda toca de maneira idêntica ao CD. Inclusive o Labrie, que não deu nenhuma derrapada dessa vez. Aquela ala de fãs que fica pedindo pra trocarem o vocalista está fadada à extinção.

 

Lá na platéia a visão era muito boa, ficamos bem de frente pro palco. Pena que brasileiro tem essa mania idiota de assistir em pé mesmo na platéia, e isso acabou gerando confusão. Um babaca ( sempre tem... ) ficou SOZINHO de pé, quando todo mundo já tinha sentado, e começou a tomar copo de refri na cabeça. Mesmo assim não se tocou, até que um cara mais atrás o empurrou com tudo pra frente.

 

No intervalo deixaram tocando uma versão acústica do Awake, com vocal feminino. Tocou Erotomania e Voices. Depois vou pesquisar pra saber de onde vêm essas versões.

 

Na volta, quando as luzes se apagaram eles fizeram uma pegadinha. Claro que todo mundo sabia que viria algo especial, com 99% de chances de ser o Scenes From a Memory. Só que eles colocaram trechinhos de vários clássicos pra brincar com o público. Quando começaram aqueles sons de floresta da Close to the Edge ( Yes ) eu quase tive um enfarto hehehe! Nossa, se eles tocam isso acho que eu fico mudo uma semana. Mas logo ela foi interrompida por um barulho de agulha riscando o vinil, e entrou a Baba O´Riley do The Who... depois o começo da 2112 ( Rush )... em seguida uma fala do Operation Mindcrime ( Queensryche )... só então que, finalmente, ouviu-se a voz do psicoterapeuta, confirmando o que viria a seguir.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 01h08
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contin.

 

Quem conhece o conceito e a grandiosidade do Scenes From a Memory sabe o que representa ver esse álbum ser executado na íntegra pelos seus criadores. E de maneira absolutamente perfeita, sem nenhum vacilo. De arrepiar. Muita gente foi às lágrimas e jamais vai esquecer essa noite, até porque é o álbum preferido de muitos fãs.

 

Pra encerrar a noite fantástica, Pull Me Under e Metropolis, emendadas.

 

Um dos melhores shows que eu já vi. Seria complicado dizer que foi melhor que o de 1997 porque eu posso estar sendo injusto, afinal já são 8 anos e o de hoje teve todo um ingrediente histórico, especial. Mas foi melhor sim, desde o lugar, som, performance, tudo.

 

Pra ser MAIS que perfeito, só faltou a Learning To Live. Quem sabe um dia eles tocam o Images And Words inteiro!

 

Set List:

The Glass Prison
Just Let Me Breathe
The Mirror
Lie
The Answer Lies Within
Never Enough
In The Name Of God

Intervalo

Metropolis Part 2: Scenes From a Memory
Pull Me Under
Metropolis



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 01h05
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Grupos no WE

 

Por falar em Copa, ontem definimos os times pro novo camp. de WE. Vamos tentar fazer uma réplica da Copa do Mundo, na medida do possível porque algumas seleções não existem no PES5. Dei sorte, peguei Brasil, Holanda...

 

Ontem fizemos alguns amistosos e marquei dois gols de falta, ou seja, tá bem mais fácil do que no anterior. Se somar todos os gols de falta que saíram aqui no PES4, em 1 ano, não chega a 10. E fiz um golaço também com a Suécia, numa cobrança de escanteio: o Larson encheu uma bomba de primeira, indefensável, em vez de tentar cabecear.



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 12h51
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Grupo do Brasil

 

Esse grupo do Brasil é perigoso... apesar que o Brasil em Copa do Mundo joga diferente dos amistosos ou torneios menores. Mas o Japão pode aprontar com a gente. Não acredito que o Brasil perca, mas acho que pelo menos um jogo dá empate, assim como foi em 1994 com a Suécia e seria em 2002 se o juiz não desse aquele pênalti fantasma contra a Turquia.



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 12h28
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Galeria Ontem

 

Ontem eu e o Drogs fomos pra Galeria.

 

Levei umas revistas velhas que sobraram da “catação”, pra vender ou trocar ali na região da Praça da República, mas nem rolou. Pior que ficou TÃO pesada a sacola, que minhas mãos estão cheias de calos. Passamos na Sta. Ifigênia também, pra comprar umas mídias.

 

O Drogs levou uma batelada de CD do Maiden e do Megadeth pra fazer rolo, pegar os remasterizados. Eu levei um do In Flames e um do Superior, dois CDs que eu realmente não curti apesar de tentar muito, e que estavam inúteis aqui em casa. O In Flames é uma banda com uma proposta interessante, faz o chamado “Death Metal Melódico”, mas o som é muito repetitivo. E o Superior, pelo menos esse álbum, o Behind, é um porre, muito chato. Uma vez peguei outro deles, que espalharam na net como sendo o Train of Though do Dream Theater, e era melhor.

 

Acabei pegando o DVD The Early Days, do Maiden, que saiu baratinho na troca com os dois CDs. Peguei também o DVD Live In London, do Judas, e o Roll The Bones do Rush.

 

Ah, e não peguei o Octavarium. Por causa do show o preço subiu muito, e entre comprar ontem, 1 dia antes do show, e não comprar... acabei pegando emprestado e vou dar uma conferida rápida, até porque hoje deve rolar o Scenes From a Memory inteiro, com poucas músicas do último disco. Interessante é que numa loja tinha o CD aparentemente por 26 Reais, só que quando fomos perguntar o vendedor ficou puto, falou que não era “26”, era um não-sei-o-quê mais um B, ficou falando sozinho, todo nervosinho... é um japonês que fica sempre revoltado quando perguntam alguma coisa e não é o que ele quer, a gente já conhece a peça. A loja dele parece uma maloca dentro da Galeria e não é à toa.



Escrito por mequinho às 12h18
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Grupos da Copa: Sorteio Amanhã

Amanhã tem o sorteio da FIFA para os grupos na Copa do Mundo da Alemanha.

 

Tava pensando na melhor situação que poderia acontecer para o Brasil:

 

Togo

Suíça

Trinidad e Tobago

 

3 treinos coletivos!

 

E na pior...

 

Paraguai

Holanda, Portugal ou República Checa

Japão

 

O Japão porque é dirigido pelo Zico, que conhece bem as nossas falhas dentro e fora de campo, e por ser uma seleção que ultimamente tem dado muito trabalho pro Brasil.

 

Vamos ver se a sorte continuará do nosso lado igual na Copa anterior.



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 22h56
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Reformando

 

Precisei repostar as mensagens antigas. Algumas deixei de fora porque enche muito o saco reformatar tudo, toda hora dá erro em algum detalhe. Agora vou dividir em categorias, pra ficar mais organizado.



Escrito por mequinho às 22h46
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Dream Theater

Neste fim de semana tem show do DT no Credicard Hall e eu estarei lá no domingo.

 

 

Comprei o ingresso faz mais de 2 meses, porque a procura estava exageradamente grande. É impressionante como a popularidade deles cresceu no Brasil de 1997 pra cá, quando os assisti no minúsculo Aramaçan. Hoje chega a ser quase inacreditável que eu vi esses caras num lugar como aquele, em que pude circular livremente pela pista e ver o show de onde quisesse, inclusive vendo o paldo "de lado", bem próximo do então tecladista Derek Sherinian. Lembro que a abertura foi do Dr. Sin, e eu fiz a besteira de ficar perto da grade... fiquei moído e no show do DT mal conseguia parar de pé. Os momentos que ficaram na mente foram o início arrasador, com o peso da Puppies In Acid fazendo parecer que tudo ia desabar ( quem estava perto das caixas sentiu como se fosse um terremoto hehe ), Voices, se não me engano Burning My Soul, que nem saiu no duplo ao vivo dessa tour, e claro, Pull Me Under e Learning To Live.

 

Pior que na época eu nem gostava tanto de DT. Estava deixando de odiar a banda, pra falar a verdade. Quando a maravilhosa Pull Me Under estourou, claro que eu adorei, inclusive foi na mesma época da saída do Bruce Dickinson do Iron Maiden, e eu até imaginei que podia estar surgindo um sucessor vindo dos EUA. Mas depois fui criando uma rejeição, achava o Mike Portnoy um ridículo imitador de Neil Peart e o DT uma banda que estragava suas composições com excessivas mudanças rítmicas. Só percebi que isso era bobeira minha quando finalmente comprei o Images And Words, e aí a ficha caiu. Até hoje considero esse e o Awake dois dos melhores discos que eu já ouvi na vida. A partir deles, nunca mais aceitei quando disseram que o DT não tinha feeling, que era uma banda robótica... impossível chamar uma banda com um senso de melodia como o demostrando em Another Day de fria ou robótica... Prog Metal robótico e sem feeling realmente existe, mas com certeza esse não é o caso aqui.

 

Na Argentina, dias atrás, tocaram o Metropolis Part 2: Scenes From A Memory na íntegra. Aqui, no show do dia 11, deve rolar este ( mais provável ) ou o Dark Side of The Moon, do Pink Floyd. De qualquer jeito tem gente que vai passar mal hehe! Pra mim tanto faz, mas claro que escolhi ir nesse dia porque deve rolar algo especial... já pensou se eles tocassem o Permanent Waves inteiro e eu tivesse ido no outro dia? Nem curto show de domingo, mas nesse não tinha muita opção.


Categoria: Música
Escrito por mequinho às 22h37
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Tchaikovsky

Peguei o nº 4 da coleção de música erudita da Folha, Tchaikovsky. Pretendo pegar os 4 primeiros, e comecei por esse porque tinha um vinil dele aqui em casa que eu escutava, com o Concerto nº 1. Fui procurar semana passada e o danado sumiu... não tenho nem idéia pra quem emprestei.

 

 

Aliás esse disco também vinha acompanhado de um encarte legal, ilustrado, com a história do compositor russo, mas nada que se compare ao capricho dessa edição da Folha. Só o livrinho já vale os R$ 10,90. A biografia do Tchaikovsky é tão interessante quanto a do Mozart e Beethoven, tão dramática quanto.

 

Só que... não vem com o Concerto nº 1 hehe! Tem O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, legal, mas não são as que eu mais queria. Tudo bem, já tô baixando aqui e vou gravar num cdr pra deixar junto.


Categoria: Música
Escrito por mequinho às 22h32
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Charlton campeão !?!?! 

Terminamos mais um camp. de WE ( sim, "camp. de WE" mano... se não sabe o que é, sinto muito   ). E o Tripé foi campeão com o fraquíssimo Charlton, passando por cima de Juventus, Real e Arsenal. Sim, o fim dos tempos... esse mundo tá de cabeça pra baixo mesmo! 

 

Aliás meu controle falhou no meu jogo ( estava com a Juve ). Um fiozinho preto tá esmagado e tive que emendar, porque se ele não dá contato o Dual Shock fica maluco e não pára de vibrar. Já tava pensando em desencanar, atacar essa merda na parede e comprar outro, mas aí fui ver o preço de um novo e veio aquele "ops..." tradicional. Consegui emendar o fiozinho, mas no meio da partida percebi que o botão de chute falhou nas cobranças de falta, como se não fosse analógico.

 

Esse foi o último que fizemos com o PES4. O próximo já será com a quinta versão.



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 22h27
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Shadow Of The Colossus: Finished!

Terminei o Shadow of the Colossus com umas 15 ou 16 horas. Jogo absurdamente espetacular, tão simples e ao mesmo tempo tão bem sucedido. Nada de menus complicados, inimigos saltitantes, toneladas de itens, excesso de diálogos, nada... acho que grande parte do sucesso é justamente deixar um pouco da história na imaginação de quem joga, não ficar explicando ou detalhando absolutamente tudo. Antigamente não era assim? Os games tinham conceitos simplórios, uma bolinha na tela podia ser um personagem... o resto era com você. 

 

Alguns colossus deram muito mais trabalho que outros. Tive dificuldade pra passar do que fica numa espécie de arena coberta, uma torre. O 13º, alado e que fica no deserto, é coisa de cinema, principalmente quando você usa o cavalo. O da cidade perdida, que parece um bulldog de pedra, foi legal de matar porque você interage bastante com o cenário, fazendo tudo cair nele. O penúltimo, gigantesco, também foi bem legal. Nos momentos finais, perto da batalha com o 16º colossus, que é mais trabalhoso do que difícil, a dramaticidade aumenta muito. Um momento em especial ( não vou dizer o que é pra não estragar ) é de deixar o jogador chocado ( e revoltado hehe ). O final é emocionante, de chorar, bate aquela mesma sensação de grandiosidade de quando começam a subir os créditos num SW Episode 3 ou O Retorno do Rei no cinema. Muitas questões são respondidas, mas os criadores foram espertos ao deixar uma série de lacunas: tá cheio de discussão na internet sobre o que realmente acontece.

 

 

Jogo do ano. Resident Evil 4 detona, God Of War levou o PS2 ao limite nos gráficos, mas nenhum outro conseguiu fazer tanto usando tão pouco.


Categoria: Games
Escrito por mequinho às 22h22
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Pearl Jam no Brasil

 

 

Já começou a turnê do Pearl Jam no Brasil. Ontem a banda passou por Curitiba, e no fim da semana chega a SP. Não vou, mas bem que gostaria.

 

Sempre curti a banda, desde que estourou no comecinho dos 90. Mas foi só lá por 1999, quando a poeira já tinha baixado bastante e eles já eram os últimos sobreviventes dos quatro grandes da cena de Seatle, que resolvi comprar os discos e conhecer melhor a carreira.

 

Ten ( 1991 ) obviamente é o mais popular, foi com ele que o PJ fez seu nome, para sempre. Mas eu acho o seguinte, Vs ( 1993 ) tão bom quanto. Ele só não é tão popular porque não trouxe hits do calibre de uma Alive ou Jeremy, mas como álbum mesmo é até mais completo. Rearviewmirror é uma das melhores coisas que eles já fizeram. Já Yield ( 1997 ) é outro discaço que vale a pena, com um som mais definido e transbordando influências de Led, Beatles e U2. Esses três, pra mim, são os melhores que eles já fizeram.

 

Entre eles ficam os irregulares Vitalogy ( 1994 ), com sua arte gráfica sensacional e diferente, e No Code ( 1995 ). Ambos tem ótimos momentos, principalmente o primeiro, como Corduroy, Not For You, com sua nítida influência de Neil Young, e Spin The Black Circle, uma homenagem aos discos de vinil. Aliás, o PJ sempre adorou três coisas: lançar seus álbuns priorizando o vinil, não fazer clipes ( ou fazer e não deixar ele ser exibido na MTV americana! ) e ser "do contra" com relação a mídia e a superexposição. Apesar dos exageros e paranóia, que acabaram servindo até como marketing, quase sempre eles acertaram, como quando brigaram ( e perderam ) com a distribuidora de ingressos Ticketmaster ( essa praga acabou se instalando por aqui também ), ou durante os protestos anti-Bush, quando muito artista ianque enfiou o rabinho entre as pernas pra não ser rotulado de anti-americanista.

 

Voltando à discografia: há também os dois mais recentes, Binaural ( 2000 ) e Riot Act ( 2002? ), que eu não curti muito.

 

O Pearl Jam acaba sendo uma das raras bandas que várias "tribos" gostam. Tem muita gente do Metal que curte, quem gosta de rock alternativo curte, quem só escuta rádio jabazeira curte... enfim, é algo como o que os Ramones ou o Motorhead conseguiram. Depois da polêmica em cima do show no Pacaembu, que depois de muito besteirol acabou sendo confirmado para um horário quase de matinê, e da ação dos safados dos cambistas, muito fã vai ter que ralar pra assistí-los. Pra quem conseguiu o seu, bom show! Pra quem não vai, resta assistir na Band, que ( parece ) vai exibir os melhores momentos num especial de fim de ano.


Categoria: Música
Escrito por mequinho às 22h15
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O Apanhador de Sonhos

 

 

Cuidado... ele está à espreita e pode te pegar quando você estiver numa boa!

 

Não tô falando do vilão do filme não... é o próprio filme, que se trata de um dos maiores embustes que eu já vi. Outra adaptação de um livro do Stephen King, mas essa aqui foi uma tremenda bola fora. O título é bom e chama a atenção, tem o Morgan Freeman, é baseado numa obra de uma das lendas do terror... você logo pensa "só pode ser mais um filmão!!!".

 

Haha...

 

É a história de quatro amigos trintões que, durante a adolescência, ajudaram um garotinho com problemas mentais e ganharam o poder de ler a mente. Um deles é psicólogo, um é vendedor de carros, outro é diretor de uma escola, e todos acabam tirando proveito desse poder. O começo é promissor: dá mesmo aquela impressão de que uma grande história está se iniciando, que agora eles estão conhecendo o outro lado da moeda e terão de enfrentar sérias consequências. Um dos quatro é atropelado, dado como praticamente morto, e logo em seguida a história avança 6 meses, onde os amigos se reunem numa casa de campo em meio a muita neve. E aí a coisa começa a degringolar.

 

Enquanto o grupo se divide para caçar ou comprar mantimentos, o que ficou na casa socorre um senhor obeso, aparentemente perdido na floresta. Rapidamente o filme se transforma num dos maiores festivais de arrotos e flatulências da história do cinema ( só perde pro Jackass ). A partir daí, fatos estranhos começam a acontecer e o que era pra ser "terror psicológico" se transforma num filmeco comum de terror, cheio de clichês, monstrinhos, sangreira, sustos previsíveis ( você sabe que eles existem hehehe ), etc. Incrível, parece outro filme! Entra até alien na história, vira uma salada.

 

Ou seja, trata-se de uma tremenda picaretagem. Se você estiver a fim só de um filminho comum, daqueles que ninguém ouviu falar e que passam direto no Supercine, pode até ser útil. Mas se estiver esperando algo mais inteligente, com mais suspense e história que sangue, esqueça. Aliás, o ótimo Morgan Freeman faz apenas uma ponta e o final é patético.

 

De bom, restou a sequência com os animais fugindo em massa da floresta, que, aí sim, é uma cena que te deixa intrigado e ansioso sobre o que está por vir. Eu parei de ver na metade, não resisti. Pulei logo pro final. Fuja. 



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 22h08
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Lançamentos do PS2

Depois de vários meses, finalmente comprei alguns joguinhos:

 

Resident Evil 4

Soul Calibur 3

Burnout Revenge

Shadow of the Colossus

Pro Evolutiuon Soccer 5

Mortal Kombat Shaolin Monks

Castlevania: Curse of Darkness

 

Só joguei um pouco o Pro Evo 5, que com certeza acabarei comentando mais aqui, e o Shadow, que realmente é belíssimo. É um daqueles games que parecem ARTE, que fogem do comum. Você é um jovem que leva o corpo de uma garota até um templo pra tentar ressuscitá-la, e pra isso terá de passar por 12 ( ou 16? ) Colossus, uns gigantes que de tão grandes nem cabem na tela. Não tem nada de inimigos, nada de pulinhos, é só você contra os Colossus. O que chama a atenção é a beleza, a ambientação, a música orquestrada, a movimentação impressionante do cavalo... bom mesmo, não é à toa que está recebendo tantas notas 10 e sendo indicado como um dos games do ano.

 



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 22h01
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Tribuzy ( Ou seria Tribruce??? )

 

 

Sei que já é notícia velha, que o show parece que foi há um século atrás, mas tudo bem. Semana retrasada eu e meu brother Drogone ( proprietário da Drogbuster ) fomos até o Credicard Hall assistir ao show do Tribuzy. É a banda do vocalista Renato Tribuzy, ex-Thoten, que lançou seu primeiro álbum, Execution, no meio do ano. Seria mais um daqueles ótimos discos injustiçados, relegado às moscas, se não tivesse um diferencial pra chamar a atenção: as participações. O sujeito conseguiu a proeza de trabalhar ao lado de Ralph Sheepers, Matt Sinner, Michael Kiske, o eterno ex-vocalista do Helloween, Rolland Grapow, Kiko Loureiro e  Bruce Dickinson, do Maiden. Um feito inacreditável para uma banda brasileira iniciante, mas que de nada valeria se o trabalho não fosse bom. Mas dá pra dizer que Execution continuaria sendo um ótimo álbum mesmo sem as estrelas internacionais, capaz de fazer frente a qualquer Angra, Shaaman e afins.

 

 

O show, que no caso seria a “festa de lançamento”, com a presença de quase todos os convidados que participaram do disco, é claro que seria impossível o Tribuzy encher sozinho duas noites seguidas num Credicard Hall, ainda mais com a inflação de shows internacionais que estamos vivendo. Pelo menos 90% dos mil e poucos pagantes ( devido ao público pequeno conseguimos entrar na pista mesmo com ingressos de platéia superior ) estavam lá apenas por um nome: Bruce Dickinson, que prometia tocar algumas supresas do Iron Maiden. Na prática, estava muito mais com cara de ser um pocket show do Bruce, com participação do Tribuzy e abertura do Jeff Scot Sotto.

 

O Execution foi executado ( ops! ) na íntegra e com perfeição. A primeira participação especial que marcou mesmo foi a de Ralph Scheepers, que cantou a primeira parte da Absolution de maneira IDÊNTICA ao Michael Kiske. De arrepiar! Cantou também Final Embrace do Primal Fear, acompanhado de Matt Sinner. Além deles, Andreas Kisser, Kiko Loureiro e Rolland Grapow também apareceram.

 

Renato Tribuzy e Bruce Dickinson

 

Quando chegou a hora do Bruce, todo mundo ficou ansioso pra saber quais seriam as músicas do Maiden que ele tocaria após Beast in the Light. Eis que vem uma versão remix de Tears Of The Dragon ( tão óbvia que ninguém esperava! ). Em seguida, ele desenterra Be Quick Or Be Dead, pra delírio de quem acompanhou a fase Fear of the Dark. Aliás, com as duas seguintes, ficou parecendo mesmo um show de 1992: The Evil That Men Do e Bring Your Daughter To The Slaughter, sendo que esta última contou com a participação de todos os convidados. Em meio a TANTOS shows que estão rolando, não me arrependi de ter ido a esse.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 21h36
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XBox 360

 

 

Daqui a pouco o novo videogame da Microsoft completará seu primeiro dia de vida. Nos EUA é sucesso garantido, graças ao megahit Halo e á rede Live, que ganhou os americanos. No resto do mundo será mais difícil, porque em 2006 chegam o Playstation 3, com sua promessa de oferecer um leitor de Blue-Ray ( o mais provável sucessor do DVD ) por no máximo 400 dólares ( o preço estimado de um aparelho com essa nova tecnologia é de 1.000 dólares! ) e o Revolution, da Nintendo, com seu controle inovador.

 

Uma característica interessante do 360 é que ele vem com controles sem fio, o que será padrão na próxima geração. A parte frontal também é customizável e pode ser personalizada, igual a celulares mais novos.

 

Não fui à EGS 2005, então não vi o console ao vivo ainda. Mas dos vídeos que passaram no G4, ou mesmo por fotos, o game que eu pegaria agora no lançamento seria Project Gothan Racing 3, que impressiona com cenários fotorealísticos. Os consoles estáo chegando no seu limite dos gráficos, cada vez mais será difícil difereciar o que é game e o que é real.

 

Aliás, bem real mesmo é FACADA no bolso, isso sim... um analista da Microsoft, em entrevista à EGM Brasil, disse que o preço do console, se ele fosse lançado oficialmente por aqui, com todos os nossos malditos impostos e royallities, ficaria em aproximadamente 4 mil reais. Você consegue imaginar alguém comprando um videogame que, lá fora, custa 300 dólares, por absurdos 4 mil reais? Eu não. Mas existem, sempre tem um louco hehehe.

 

Quem sabe eu pego o meu lá por 2010...



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 21h14
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Lembranças de Um Verão 

 

 

No último fim de semana assisti a mais essa adaptação de uma obra do Stephen King, Lembranças de Um Verão. Só que não se trata de mais um suspense ou terror, na linha de tantos outros do famoso escritor. Esse aqui tem várias semelhanças com Conta Comigo, ou seja, tem muito mais a ver com recordações do fim da infância do que com sangue, mortes violentas, etc.

 

É a história de um quarentão que recebe um telegrama avisando que o seu maior amigo de infância, que aparentemente ele não mantinha contato há muito tempo ( quem não tem um caso assim??? ) acaba de falecer. Durante o velório, é surpreendido por outra péssima notícia, daquelas de sumir o chão por não se poder fazer mais nada. Após o enterro, ele retorna à sua antiga casa, agora em ruínas, e a partir daí a história se passa durante os anos 60, em flashback, mostrando aquele que foi o verão mais inesquecível do então garoto de 11 anos.

 

Ted Brautingan ( Anthony Hopkins ) entra na trama como um senhor misterioso que se torna inquilino da parte de cima da casa. A mãe do garoto, por sinal egoísta e fria, precisa aceitar um inquilino porque é viúva e não consegue sustentar o filho apenas com seu emprego. Com o passar do tempo, Mr. Ted se torna amigo do menino, substituindo um pouco a ausência de um pai e a indiferença da mãe. Só que ele esconde um grande segredo, e é daí que surge o pouco de suspense que resta no filme: afinal, quem será esse tal Mr. Ted Brautingan? Seria fugitivo de algum hospício? Um psicopata? Um espião da União Soviética? Aos poucos a resposta vai surgindo, a "coisa que eu tenho e que os homens ordinários de preto estão querendo pegar" vai sendo desvendada... claro que a explicação tem o estilo Stephen King, e se não fosse por isso a história perderia bastante do seu charme. 

 

 

O ator que faz o garoto está excelente, e elogiar o Anthony Hopkins chega a ser redundante. Nos extras do DVD há uma entrevista extensa com ele, realizada pelo próprio diretor, mas eu não consegui ver até o final.

 

Um filme bom, agradável de se ver se a intenção não for ficar aterrorizado com um doido arrebentando uma porta com um machado. Quem gostou de Conta Comigo deve curtir esse também.



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 21h06
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Morre cachorro mais feio do mundo

 

Sam, o cão norte-americano vencedor três vezes consecutivas do concurso online de cachorro mais feio do mundo, morreu ontem por insuficiência renal. O animal era um cão de crista chinês e já tinha 15 anos. Há cinco anos, Sam foi adotado por Susie Lockheed, que o inscreveu no concurso.

http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI762038-EI4802,00.html

 

Hahaha

 

Olha que fofura

 



Escrito por mequinho às 20h57
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Rammstein – Rosenrot 

 

Coldplay? Strokes? Queens of the Stone Age? Qual seria a maior banda da atualidade, deixando de lado os óbvios medalhões? Pra muita gente é o System of a Down, que tá estourado no mundo todo, principalmente nos EUA. Mas se você olhar com mais atenção pra Europa, é impossível que não perceba como o Rammstein está no auge, vendendo muito e lançando grandes discos em sequência.

 

Essa banda pra mim é o verdadeiro sucessor do saudoso Faith No More. O peso, a insanidade, a imprevisibilidade no som, o humor bizarro, está tudo lá. Pra quem não tem nem idéia de quem sejam, talvez facilite citar a música Du Hast, usada no primeiro Matrix.

 

Gravado simultaneamente a Reise, Reise ( 2004 ), é do mesmo nível. Novamente não supera o já clássico e cada vez mais imbatível Mutter ( 2001 ), que elevou o som dos caras a um outro nível com sua mistura de Metal Industrial, Gótico e passagens sinfônicas, tudo com o charme das letras em alemão ( isso assusta muita gente mas não teria a mesma graça se fosse em inglês, com toda certeza).

 

Rosenrot ( Rosa Vermelha, o nome do navio da capa ) tem um som um pouco mais introspectivo, mais sombrio, com maior influência gótica. Isso fica claro em Wo Bist Du ( Onde Está Você ) ou In Lied ( Uma Canção ) e várias outras. O humor ala FNM aparece na hilariante Te Quiero Puta!, que satiriza a música mexicana, e a polêmica da vez fica por conta de Benzin, que fala de um garoto viciado em benzina, ou em Mann Gegen Mann ( Homem Contra Homem ), com sua ( suposta ) apologia à liberação sexual dos homossexuais. A faixa título é cantada em tons de voz mais normais e apresenta duas semelhanças com Reise Reise: o grito juvenil, muito parecido com o de Moskau, e o riff, que lembra o de Stein Um Stein. O toque de gênio nessa música é o tecladinho, que chega passar um clima até anos 80! Chama a atenção também a bela balada Stirb Nicht Vor Mir ( Não Morra Antes de Mim ), em dueto com a vocalista Sharleen Spiteri, que canta as suas partes em inglês.

 

Mais um discaço dessa que já caminha para entrar para a história ao lado de Helloween, Accept e Scorpions como uma das maiores bandas alemãs de todos os tempos.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 20h47
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Começando

 

Faz um tempão que eu estou pensando em finalmente aderir a um desses “fenômenos” da internet, como fotolog, orkut e blog. Escolhi este aqui porque ele permite falar sobre o assunto que eu quiser, independente de ser uma foto ou algum assunto que renda uma comunidade ( e qual não rende hehe ).

 

O que me incentivou também foram os blogs jornalísticos, que explodiram com a crise do mensalão. Isso me convenceu definitivamente que blog não é só uma página que tem que demorar uns 10 minutos pra carregar, com aquele monte de bichinhos, enfeitezinhos e uma série de outros inhos, em meio a crises de aborrecente. J

 

Com certeza alguns amigos meus vão achar que eu tô ( mais ) doido por montar um blog. Claro, a imagem desse formato pra maioria das pessoas é mesmo essa do “diarinho de adolescente chata” hehe. Lógico que eu ( justo eu ) não colocaria algo na net pra ficar postando apenas detalhes da minha vida pessoal. O que eu quero falar mais é sobre os assuntos que gosto, ou seja, música, games, futebol, política, internet, etc. Um disco que eu estou ouvindo, uma banda que estou curtindo, um filme, um game que eu comprei, resultados dos jogos, uma cagada do Lula, essas coisas. Um ou outro fato que acontecer de interessante no trabalho também é legal de falar. Claro que a natureza do blog é, com o perdão do pleonasmo, ser um diário pessoal, então eu sempre colocarei aqui o que tiver vontade, as banalidades e futilidades que forem relevantes pra mim, não me importando se nenhuma ou 1.000 vão ler.

 

Vou tentar deixar sempre o visual o mais simples possível também. Colocar enfeites como os que colocam em alguns blogs funciona melhor que qualquer firewall, porque espantam você na hora.

 

Como diria a propaganda, é isso aí.

 

Abraço,

Sérgio



Escrito por mequinho às 20h14
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