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A
melhor piada de loira
Essa quinta passei no Unibanco do
Metrópole, aquele em que 3 seguranças foram executados covardemente. Nenhuma
marca, nenhum vidro quebrado, manchas de sangue, nada. Só o olhar ( mais )
desconfiado dos outros usuários dá uma dica do que aconteceu ali há poucos
dias...
Será que é normal comer feijoada às 6 da
manhã? Acho que não, mas por isso mesmo que é legal!
Ah sim, clique
aqui para a melhor piada de loira de todos os tempos! 
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mequinho
às
13h02
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O fim de uma Era
Um dos programas de rádio mais duradouros vai se despedir neste domingo. Pelo menos se trata de uma mudança, não de um verdadeiro adeus: depois de impressionantes 14 anos, o Backstage, especializado em Metal, Hard Rock e Progressivo, deixará de ser transmitido numa rádio convencional.
Ano passado a Brasil 2000 FM foi incorporada ao Grupo Bandeirantes e passou a retransmitir parte da programação do AM. Eu fui criado ouvindo o Jornal Bandeirantes Gente, acompanho os comentários de José Paulo de Andrade e Salomão Ésper desde pequeno, mas acho que não tem nada a ver transmitír esse tipo de programa numa rádio rock. Acho que o Vitão Bonesso sacou que mudanças comoe esta, somada a outros problemas na rádio ( leiam no link ), poderiam se transformar numa tendência, e mais cedo ou mais tarde o seu programa acabaria sendo jogado pra escanteio.
Assim, a partir de fevereiro o Backstage passa a ser transmitido via internet. Perderá um pouco do seu charme, claro, mas é questão de se acostumar aos novos tempos, e antes isso do que acabar. Esse programa foi a escolinha de Heavy Metal e Rock Progressivo de muita gente, incluindo este mala aqui. Tenho dezenas de fitas K-7 com entrevistas, bootlegs e especiais que foram fundamentais para que eu conhecesse algumas das minhas bandas preferidas em todos os tempos. Lembro de vários momentos que marcaram, como quando o Viper foi lá trazer notícias da Inglaterra, e falaram que o boato da vez era que Bruce Dickinson e Adrian Smith haviam saído do Iron Maiden, e Mike Kiske e Dennis Straton estavam chegando... ou quando o pessoal do Manowar foi ao estúdio no aniversário do programa... quando Bruce Dickinon fez um pequeno set acústico... daria pra escrever um livro só com momentos inesquecíveis, e o Vitão já fez isso em All Access: Os Primeiros 10 Anos do Programa Backstage, muito bom mesmo pra quem quer saber como funcionam os bastidores de uma rádio rock.
Boa sorte ao Sr. Vitor “Ringo” Bonesso nessa nova fase. 
Mais informações:
http://www.programabackstage.com/news.asp?language=port
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Música
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mequinho
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22h06
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Uns clipes dia desses
Sábado vi um clipe do tal Cansei de Ser Sexy, uma das bandas mais faladas ultimamente por quem se autodenomina cool. E não é que gostei do clipe? Pop infantilzinho, com os integrantes, no caso umas quatro garotas e um carinha mais velho, brincando num parque.
Me lembrou Balão Mágico! 
Em seguida passou um do Modjo, com um som muito bem produzido. Cada vez mais eu desejo que POP volte a ser POP. Já encheu o saco essa overdose de rap ou bandinha POP querendo soar hardcore ou pesada. 
Vi também um trecho do Arcade Fire no Tim Festival. É o que eu tinha lido mesmo, eles tem uma proposta mais interessante que as bandas indies normais, usando instrumentos diferentes e com praticamente todos os integrantes cantando. Legal, mas não me despertou nenhuma vontade de já correr pro Soulseek.
Ah, e a frase do dia:
"Você não vai ouvir rock alto com esses raios caindo né?!?!?!"
Ela não tem idéia de como é impossível ouvir Desert Plains e Solar Angels baixinho... 
Categoria:
Música
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mequinho
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21h26
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PC Pré-Pago
Parece piada:
“A rede de varejo popular Magazine Luiza está vendendo um computador com Windows que funciona à base de créditos, como os telefones celulares pré-pagos.”
Matéria completa:
http://br-linux.org/linux/node/1116
Super prático, hein? Pra ficar melhor ainda, basta instalar o glorioso Speedy Fit, com seus incríveis 200MB mensais de download.
E não é promoção! 
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mequinho
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20h52
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Resident Evil 4
Terminei ontem esse jogaço. O último RE que tinha terminado tinha sido o Code Veronica, no Dreamcast, há exatos 5 anos. Fora isso, lembro que terminei novamente o primeiro, que foi um dos motivos pra eu ter comprado um Playstation em 1996. Foi difícil entender qual a intenção da Capcom ao anunciar, em 2001, que a série passaria a ser exclusiva do Gamecube, justo um console que os fãs da série não iriam comprar. O diretor Shinki Mikami chegou a anunciar que poderiam cortar sua cabeça se o game saísse pra outros consoles, mas parece que a Capcom caiu na real e se tocou a tempo da enorme grana que deixaria de ganhar não lançando RE4 pro PS2.
E não é que a Capcom conseguiu mesmo fazer o melhor da série? Com certeza ela seria muito criticada se mantivesse a fórmula dos anteriores. Os gráficos e som evidentemente são fantásticos, mas RE4 é melhor porque:
- a inteligência artificial é muito superior, com zumbis mais espertos e ágeis. Nada daqueles mocorongos apodrecidos. Logo no começo fiquei cercado e com pouca munição, então subi numa torre achando que com o tempo eles desistiriam... haha, que nada, jogaram um coquetel molotov lá em cima, me obrigando a descer pra não morrer queimado! Demais isso!
- o tamanho da aventura: já tinha achado o Code Veronica muito mais longo, mas RE4 é impressionante. ENORME, gigante mesmo. Foram 27 horas de jogo, e olha que eu nem joguei os extras. Acho que, tirando RPGs, os Final Fantasy da vida, só com Half Life e Tomb Raider 2 tive uma sensação parecida, de ficar impressionado com a duração de um game
- jogabilidade! Bem melhor. Nos outros RE o personagem se move mais roboticamente, tem menos mobilidade e tal. Aqui não: ficou bem mais fácil andar, mirar e acertar
- mais ação, menos puzzles. Os enigmas foram bastante reduzidos, a ênfase é na ação mesmo. O mais chatinho de resolver foi um quebra-cabeça em que você tem um único espaço para mover as peças

É legal que, ao contrário dos anteriores, em que tudo girava em torno de você resolver puzzles e matar zumbis pelo caminho, aqui existem “situações”, tarefas muito mais variadas. Por exemplo: em determinada sequência você e um personagem controlado pelo computador se refugiam numa casa de madeira, enquanto uns 50 zumbis tentam invadir pelas janelas. É você e ele atirando e empurrando móveis desesperadamente pra tentar deter a invasão. Quando a coisa fica insuportável, vocês fogem para o andar de cima, onde continua a invasão em massa. Esse e outros momentos cinematográficos, em que você pensa “Putz, TÔ F..., mas isso é muito foda!!!”, dão ao jogo uma variedade que os anteriores não tinham.
Bate um estranhamento nos primeiros 20 min, mas logo você percebe o quanto a Capcom caprichou nesta obra-prima. Obrigatório pra quem tem PS2 e Gamecube. Se não existisse Shadow of the Colossus, não teria nenhuma dúvida sobre qual o melhor game de 2005.
Categoria:
Games
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mequinho
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20h44
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Troféu Joinha
Olha que legal: no link abaixo você pode votar no projeto de lei mais trash da Câmara Municipal de SP:
http://www.eleitor.org.br/
Eu votei no que cria o Dia do Pico do Jaraguá, por consideração ao Ademir da Guia.
Até porque o mais trash de todos, de autoria do Agnaldo Timóteo, aquele mesmo que defende com unhas e dentes o Collor, o Maluf, o Pitta e a ditadura militar, não está na votação. Não estou falando do que cria o Dia da Família Mineira, mas disso:
“Um outro projeto que deve dar o que falar é o da construção de um monumento turístico para a cidade, "assim como a Torre Eiffel, de Paris, a Estátua da Liberdade, de Manhatan, e o Cristo Redentor, do Rio". Em São Paulo, Agnaldo Timóteo propõe a construção de um monumento em forma de disco voador, com um restaurante em cima.”
Bem que ele podia chamar o Agente Mulder para a inauguração! 
Matéria completa:
http://oglobo.globo.com/online/sp/mat/2006/01/13/189949835.asp

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mequinho
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22h39
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Subindo no telhado
Sábado subi no telhado aqui ( ops! ), pra ligar um cabo direto do fio do telefone no modem, porque a extensão do meu quarto tava num estado deplorável e na sexta cheguei a conectar a patéticos 5kbs. Ganhei um incremento espetacular de 1kbs ( olha a situação... ), agora sim usando toda a incrível capacidade dos 56k. Por falar em incremento, idade e peso deixam qualquer um com medo de subir num telhadinho de merda que nem o meu... que saudade de quando a gente jogava bola aqui em frente e eu podia subir sem medo de me arrebentar.
Andei mexendo com um programinha chamado ratDVD, que consegue comprimir DVDs a uma taxa impressionante: o filme que tentei copiar pro meu amigo tinha 7GB, sendo que eu não consegui usar normalmente o DVDShrink porque ele não mexe com o audio e a compressão dele não foi suficiente pra fazer caber num DVD-R de 4.7. O ratDVD, depois de algumas tentativas, comprimiu de 7 para inacreditáveis 2GB, incluindo o audio. Pena que demora muito ( cerca de 9h ), e na hora de converter para um DVD de 4.7 ele deu pau em todas as tentativas. É um programa amador e freeware, desenvolvido por universitários para facilitar a troca de filmes pela net, e quando corrigirem alguns bugs vai ficar sensacional.
Continuo jogando Resident Evil 4. A Capcom realmente conseguiu fazer o melhor da série. Quando terminar posto mais.
Não aguento mais pegar Beatles e UFO huahuaha! Beatles tá praticamente encerrado, falta só o Let It Be Naked, que nem tô muito a fim. Estou mais interessado na carreira solo do Lennon... já vou começar com o Mind Games.
Anteontem andei num Voyage que seria ideal para programas tipo Pimp My Ride ou Overhaulin! O Cliente reclamava de "um barulho", mas o certo seria perguntar QUAL deles, já que a sensação era a mesma de se estar andando dentro de uma caixa de ferramentas sendo arrastada em chão batido. Sem contar a lataria podre, o painel solto, o banco rasgado, a porta que só abria na base da porrada... tem doido pra tudo.
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mequinho
às
22h21
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Yes - Live From The House Of Blues
Após o fraquíssimo Open Your Eyes, que na verdade forçaram a barra para que saísse como um álbum do Yes, em 1999 foi lançado The Ladder, esse sim álbum digno de ostentar na capa o nome da maior banda progressiva de todos os tempos. Live in the House of Blues traz um show dessa tour, que contou com o tecladista Igor Khoroshev no lugar do lendário Rick Wakeman, e com o guitarrista de apoio Billy Sherwood finalmente aparecendo como membro efetivo.
Na primeira música confesso que bateu uma certa estranheza, porque Yours Is No Disgrace é uma das músicas mais pesadas e rápidas do Yes, e aqui ela aparece num andamento mais cadenciado e mostrando um Steve Howe extrema e irritantemente econômico, muito diferente da pegada dos tempos de Yessongs. Mas é normal, 30 anos pesam, claro. Outro dia eu vi um trecho do DVD novo do Judas Priest e fiquei assustado com o que fizeram com a Metal Gods, nesse sentido de andamento mais lento. Mas é outra história.
Ah, legal que as legendas apresentam uma boa tradução para essa música, que tem um título que é fácil de entender mas dificílimo de traduzir: Você Não Terá Problemas. Isso mesmo! E um DVD com legendas em português é ótimo pra esfregar no nariz de imbecis que dizem que o Rock Progressivo só sabe falar de duendes e mágicos.
Lógico que o set possui várias músicas de The Ladder, e todas ficaram muito boas. Homeworld representa o lado progressivo, Face to Face o Pop. Jon Anderson fica hilário apresentando o comecinho da Lightning Strikes como sendo um samba... bem aquela coisa gringa de confundir salsa ou música mexicana com samba. Muito melhor é The Messenger, que Anderson explica que escreveu para Bob Marley e a dedica ao produtor Bruce Farbain, falecido pouco depois do lançamento do álbum. Essa e It Will Be A Good Day, uma das minhas preferidas, ficaram excelentes ao vivo.
Dos clássicos, aparecem as obrigatórias And You And I, Roundabout, Perpetual Change e as surpresas Time And A Word e Ritual ( apenas trechinhos das duas, nem se empolgue ). A sensacional Awaken, uma das melhores de toda carreira, aparece numa versão bem parecida com a do Keys To Ascension. Foi bom, porque na edição normal daquele DVD, justo essa maravilha ficou de fora. Nessa viagem de aproximadamente 15 minutos, Jon Anderson toca uma harpa e Chris Squire troca o seu tradicional Rickenbacker por um baixo de 3 braços. Exagero? Exagero é o que esse monstro do baixo toca! Ele pode.

Uma curiosidade em se tratando do Yes atual é observar como Steve Howe se comporta nas músicas da fase Trevor Rabin ( que eu adoro mesmo sendo comercial ). Aqui, na excelente instrumental Cinema ele abandona o palco, mas, ironicamente, retorna na popíssima ( e odiada por muitos ) Owner Of A Lonenly Heart, tocando com certa má-vontade, fazendo com que Billy Sherwood segure as pontas. Vai entender...
Um excelente show, mais uma aula de rock progressivo. Muita gente não liga para o Yes porque estão preocupados apenas em “agitar”, e Yes não é pra isso: Yes é pra viajar, prestar atenção na genialidade dos caras, na incrível perfeição das harmonias vocais, na técnica dos músicos.
Categoria:
Música
Escrito por
mequinho
às
21h24
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Direto do Túnel do Tempo...
Ontem, vasculhando pelo lado bom do Orkut, lógico que encontrando algumas comunidades hilariantes pelo caminho, entrei numa da ETE Lauro Gomes e achei os famosos “carômetros”, que eram uns fichários que a direção colocava com fotos 3x4 de todos os alunos, pra facilitar a identificação no caso de alguma confusão.
Olha o naipe das figuras:
Eu com meus 14, 15 anos

Drogone, que foi o primeiro amigo que eu fiz lá, logo no primeiro dia de aula

Esse aí de baixo dispensa comentários. Olha isso 

O Tripé foi o goleiro da nossa turma, quando ganhamos o campeonato interno nesse primeiro ano. A final, no lendário campão, foi sensacional, uma pena não termos nada gravado.
Lembrei de todo mundo da nossa classe. Daniel "Lesmão, Dr. Gori, Panetone", Alexandre "Borrela", que inclusive tá anotado erroneamente como "New Kids" no carômetro, Amarildo, Carlos "Fleury", Cíntia "Mesticinha", Viviane "Cão", Israel "Saddam", Leandro, Maximiliano "Repolho, Rebelde ou O de Sempre", Mércio "Merda, Pixote", Roberto "Fluff, Minhoquinha da Profitec", Ricardo "Banda", Eduardo "Seguei"... todo mundo do 1º B-MC 92.
Um dos motivos de eu ter pesquisado foi tentar achar a mina mais linda da nossa época. Nossa... eu ( e mais a torcida do corinthians haha ) era apaixonado por ela mas, como a maioria, terminei a ETE sem ao menos saber o seu nome ( eu fazia MC, ela PD, ficava num outro bloco ). Coisa da adolescência. Agora, tantos anos depois, eu sei hehe: Fabiana! Até o nome era lindo!
Pena que essa foto tá horrível, não faz justiça. Nem parece que ela era loirinha:

Infelizmente ela é que nem eu: só entra no Orkut pra pesquisar, não colocou nenhuma informação no seu profile. Lembro que no terceiro ano ela deixou o cabelo mais curtinho, e que no último dia jogou futebol na lama, debaixo de chuva ainda por cima. Ai ai... 
EDITADO: mais recentemente achei a Fabiana com um outro profile no Orkut 
A ETE foi a melhor época da minha vida, e, pelo que vejo, de quase todo mundo que passou por lá nessa época. Tenho muita história pra contar. Incrível ter encontrado esses rostos na net depois de tanto tempo.
Escrito por
mequinho
às
14h22
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