Metal Gear Solid 3: Snake Eater  

Terminei esses dias o MGS3: Snake Eater. Fazia vários meses que eu não jogava pra valer um game desse porte... acho que desde o Resident Evil 4. God Of War eu preciso retomar.

 

Bem melhor que seu antecessor, MGS3 conta a história do Big Boss, o agente americano que futuramente será clonado, dando origem a Solid, Liquid e Liquidus Snake, e que se transformará no vilão dos primeiros episódios mais ou menos como Anakin Skywalker em Star Wars. A ação se passa numa localidade fictícia da União Soviética durante os anos 60, auge da Guerra Fria, e mistura eventos reais com a genialidade do Ideo Kojima, altamente inspirado pelos filmes antigos do James Bond.

 

 

Gostei mais desse do que do MGS2 porque a história é muito melhor, mais “pés no chão”, sem a viagem ala Matrix que quase estragava o anterior. Sem contar que aqui você joga com Snake mesmo, os vilões são mais interessantes e os gráficos são muito superiores ( os efeitos de água numa cachoeira impressionam ).

 

Dois momentos inesquecíveis: a demorada batalha contra The End, o velho que apesar de moribundo ainda é o melhor atirador sniper, e o climax SENSACIONAL que abre a última parte, com Eva e Snake fugindo de moto enquanto são perseguidos pelas tropas russas e pelo gigantesco tanque Shagohod, primeiro ainda dentro da base e depois no meio da mata. Essa perseguição tinha que ser esfregada na cara de muito diretor de Hollywood. Inclusive ( SPOILERS ) você é levado a crer que está perto do final nessa parte, tem toda a cara, mas depois ainda precisa fazer algumas coisas importantes, como socorrer Eva e enfrentar The Boss ( aliás, pra enfrentá-la eu pastei, mas depois que desconbri uma munição pra sniper entre uma árvore e um tronco caído, foi só colocar os óculos infravermelhos e ficar escondido na vegetação, acertando-a de longe... na verdade o maior inimigo é o tempo ).

 

Um dos melhores games já feitos, sem dúvida alguma. Quando começaram a rolar os créditos, com uma pequena explicação sobre os acontecimentos dos anos seguintes, tive a mesma sensação indescritível de quando os pais adotivos de Luke fecham o Episódio III, fazendo o elo perfeito com o futuro da saga.

 

PS: fiquei doido pra jogar novamente o MGS1, e depois os de NES/MSX. Mas não estou conseguindo ajustar o emulador de PSX, com filtros e tal... acho que vou ter que jogar no console mesmo.



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 17h32
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Lançamentos do Maiden 

Daqui a uma semana o A Matter of Life And Death estará nas lojas e a história se repetirá: milhares de fãs em todo o mundo se virando pra comprar o novo disco da maior banda de Heavy Metal de todos os tempos.

 

Pra quem é fã mesmo, esse dia é sempre marcante. Tanto que eu lembro direitinho de todos os lançamentos que acompanhei:

 

No Prayer For The Dying ( 1990 ) - tanto no Backstage, que na época era domingo à tarde, quanto a 89FM, tocaram o álbum na íntegra. Lembro que me chamou atenção nessa primeira ouvida a velocidade e crueza do disco. Não comprei exatamente no dia do lançamento, mas no sábado logo em seguida, no “Shopping do Coração” aqui em SBC, igual a quase todos os de vinil que eu tenho até hoje.

 

Fear Of The Dark ( 1992 ) - praticamente a mesma coisa do anterior. A diferença é que Be Quick Or Be Dead e Wasting Love ( e depois a faixa-título, claro ) dispararam a ser tocadas nas rádios, coisa que eu não esperava. Na ETE era um festival de supostos novos fãs e suas camisetas pretas ( o que será que 90% deles escutam hoje em dia? ).

 

The X-Factor ( 1995 ) - esse foi um dos mais legais pra mim! Naquele sábado de outubro, pela manhã fui com meu pai pra casa da minha avó e lá tinha mandado entregarem o meu Killer Instinct ( original, cart preto lindão e com CD da trilha sonora :) ) . Falei pro véio ir pra casa que eu seguiria pra Galeria do Rock pegar o esperadíssimo primeiro disco do Maiden sem Bruce Dickinson. Chegando lá, uma galera de 20, 30 pessoas, sem exagero, CAÇANDO o disco nas lojas. Quando surgia boato que tinha chegado na loja X ( ops! ) era todo mundo correndo pra garantir o seu. O meu, por exemplo, veio direto da caixa de papelão da distribuidora, o balconista não tinha nem como colocar que o pessoal já ia pegando, desesperado com medo de acabar!

 

Virtual XI ( 1998 ) - já esse foi diferente: o único que eu deixei passar alguns meses pra pegar. Já tinha escutado praticamente tudo no Backstage, e não fiquei muito empolgado. Mesmo assim acho que foi mais pelas circunstâncias da minha vida na época do que pela situação da banda.

 

Brave New World ( 2000 ) - já tinha escutado 3 músicas, e como estava parado na época, aproveitei: passei o meu aniversário, que coincidiu com o lançamento mundial, na Galeria, aguardando o bendito. Cheguei lá umas 3 da tarde e já era 6, 6 e meia e nada. No final, um grupinho de umas 15 pessoas não arredaram pé e, como os donos da Die Hard foram pessoalmente buscar as cópias, resolvemos esperar. Quando já era mais de 7 horas, a nossa agonia acabou. Acho que só em show ouvi tantos “MAIDEN É MAIDEN, PQP!” como naquele dia. Nunca uma volta pra casa a partir da Galeria demorou tanto, e pra mim valeu porque não é todo dia que você ganha de aniversário um disco novo da sua banda nº 1. Ainda mais ESSE disco, que marcou o retorno do Maiden de verdade mesmo :)

 

Dance Of Death  ( 2003 ) - Só tinha escutado a Wildest Dreams. No dia de lançamento, nada de mais: saindo do trampo, marquei com meu chapa Drogone de nos encontrarmos no Metrópole e comprar lá, porque se não chegasse ali naquele dia, só na Galeria. Fiz o mesmo “ritual” de sempre mas a impressão inicial ficou longe daquele OHHHHH tradicional. E a ridícula tecnologia da cópia controlada só atrapalhou.

 

Ainda não escutei nada do novo, nem um trechinho sequer dos que vazaram. Mas falta pouco, acho que resisto. Faço isso justamente pra reforçar essas memórias, porque a primeira vez que você escuta uma música nova de uma banda que gosta muito é uma experiência que JAMAIS você poderá repetir.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 17h30
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O Aprendiz 3 ( 20/08 )

  

Ontem no Aprendiz saiu quem tinha que sair mesmo: Carol, que mais um pouco ia bater o recorde de participações na Sala de Reuniões.

 

Não tinha como não sair. Estava desmotivada, estressada, chorando e murmurando demais pra quem está disputando uma vaga dessas. Impossível imaginá-la indo pros EUA assumir um posto elevado. Tanto que ela reconheceu, quando já estava no carro, que o programa foi bom para abrir seus olhos, porque ela finalmente percebeu que não tem perfil de alta executiva, que não seria isso que a faria feliz.

 

E o Justus mais uma vez detonou os coitados que se deram mal na prova. Ter apresentado como solução para um problema a sugestão de um concurso para encontrar alguém para resolver o problema ( ãh? ) foi mesmo hilário huahau! E a apresentação do Peter Pavão foi um desastre, dava agonia de ouvir tantos “tá” e gerundismos. O sujeito foi, pela segunda vez seguida, HUMILHADO pelo Justus. Pelo o que ele disse quando sobreviveu à demissão, agora ou ele sai da lama feito uma fênix e ganha o programa, ou sai logo logo. Acho que o próprio Justus acabou criando um personagem em cima desse cara: o sujeito que está no chão, não tem mais como afundar, que está tomando de 5 a 0 no primeiro tempo e que o povo vai torcer por gostar de uma grande virada.

 

Se ele for como o Guarani, acho que já era. Vamos ver.



Escrito por mequinho às 17h30
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Watchmen

 

Terminei de ler esses dias a mini-série em quadrinhos Watchmen ( Os Vigilantes ), do gênio Alan Moore. Já tinha ouvido falar, inclusive no T4E ( site do Rush que eu freqüento ), mas quem me emprestou foi meu chapa Guilherme, que tem uma edição em 6 revistas ( 2 capítulos cada ), de 1989.

 

Não é à toa que quem acompanha quadrinhos considera essa obra um divisor de águas. Mesmo eu, nem de longe especialista no assunto, senti o drama. Esta história não é mais uma sobre superheróis fantásticos e confiantes, porque ela retrata a decadência de seres praticamente comuns. Mais até que mera decadência: eles estão completamente desmoralizados, desacreditados, cheios de arrependimentos e traumas. Uns coitados.

 

A história é basicamente a investigação do misterioso assassinato de Edward Blake, um sujeito escroto e asqueroso, conhecido como O Comediante em seus tempos de Minutemen, um grupo de heróis que atuou entre os anos 30 e 40. O ano é 1985, em plena Guerra Fria, com o mundo a um passo de uma guerra nuclear e com os heróis proibidos por decreto de exercerem a chamada “vigilância”. A trama desse assassinato dá início a uma série de acontecimentos e revelações de proporções inimagináveis, envolvendo teoria do caos, megalomania, filosofia, política e mistura de fatos reais com ficcionais ( nesse universo imaginário os EUA venceram a guerra do Vietnã ), tudo isso retratado sob a ótica de heróis desmoralizados, impotentes ou em crise existencial. Os anexos ao final de cada capítulo dão um clima mais realista ainda, e num deles eu caí que nem um patinho, achando que era real, colocado pela editora.

 

Impossível não reparar em dois personagens fascinantes: Rorschach e Dr. Manhattan. O primeiro, o narrador principal da história e que sai investigando por conta própria o assassinato de Blake, usa a sua psicose para o bem. Pelo menos o bem no seu ponto de vista hehe. Tem aspecto imundo ( várias vezes reclamam do seu mau cheiro ) e rosto cheio de cicatrizes, nada a ver com um herói normal. Já o Dr. Manhattan é o único com superpoderes de verdade, e também o único a continuar trabalhando para o governo após o decreto de 1977. Inteligente até em excesso, é ele quem coloca a humanidade contra a parede com seus questionamentos filosóficos. De tão frio e sem sentimentos humanos, tornou-se praticamente um robô após o acidente com radiação que transformou um simples cientista num ser praticamente indestrutível. Praticamente, porque mesmo ele tem um ponto fraco.

 

 

Claro que há outros personagens excelentes, mas esses dois são os que carregam a história nas costas quase até o final, quando alguém rouba a cena. Há também uma história paralela, Contos do Cargueiro Negro, uma HQ sobre piratas que um figurante aparece lendo, que é tão boa que eu cheguei a pensar que era uma HQ mesmo, que Moore estava fazendo uma citação, uma homenagem. Alguns momentos desse conto são inesquecíveis de tão escatológicos e épicos... quem leu já sabe hehe.

 

Existe muita informação sobre Watchmen na rede, explicando o porquê é tão inovador,tão histórico, sua ligação com a teoria do caos, etc. Parece que estão tentando adaptar pro cinema, mas vai ser difícil deixar claro pro público que isso aqui não é X-Men ( e olha que X-Men tem mais profundidade que muito filme ).

 

Muito bom.



Escrito por mequinho às 22h35
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JN virando gente!
 
E não é que o Jornal Nacional tá fazendo entrevistas duríssimas com os cadidatos à Presidência? Ontem, com o Alckmin, foi um MASSACRE, com 11 minutos de perguntas sobre denúncias e contradições. Hoje a "vítima" foi Heloísa Helena, que teve de ( tentar ) explicar, por exemplo, se quando estiver no poder vai continuar apoiando invasões de terras produtivas, como defende a linha ideológica do seu partido.
 
Legal. Espero que com o barbudo sejam tão duros quanto com o Alckmin. Arsenal pra bombardeá-lo é o que não falta.
 
Só não sei o que vão fazer pra massacrar o Eymael por 11 minutos. Vão perguntar o quê pra esse homem?
 
"Na boa: não seria mais realista se candidatar a vereador?"
 
"Como é ter um jingle mais lembrado que si próprio?"
 
"Aquele do Aerotrem... não é o senhor não, correto?"


Escrito por mequinho às 20h11
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O Aprendiz 3

 

Acabei de ler que o glorioso “Topa ou Não Topa”, mais uma criação do trocador de horários e empresário Silvio Santos, deu quase o dobro de audiência que a estréia da terceira temporada de O Aprendiz. Talvez seja por que o público do SS vai no embalo e assiste qualquer lixo que ele coloque no ar, ou vai saber se um reality show com executivos não combina com um domingo. Pra mim não importa, porque pelo jeito essa edição será tão boa quanto as outras duas.

 

A escolha dos nomes das equipes foi engraçada: a dos homens com um nome excessivamente pomposo e pretensioso, parecendo aqueles em inglês que a dupla do Rockgol inventa, e o das mulheres foi de uma originalidade invejável: Águia! Mais sensacional só o logo, que parecia um imponente pombo morto. A prova era simples: cada equipe com um trailer, podendo vender o que quisesse com eles, tendo que arrecadar a maior quantia possível. Engraçado como a 25 de março é lembrada nessas ocasiões, mas se esquecem que o valor unitário dos itens daquele tipo é muito baixo pra se conseguir uma quantia boa em tão pouco tempo. Quantas fivelinhas você precisa vender pra arrecadar uns 1000 reais num único dia?

 

Dos participantes, quem chamou a atenção nos homens foi um que também é motociclista. Já deu pra ver que a rejeição a esse sujeito vai bombar hehe! Tem aquele ditado que tá na moda, de que o avestruz coloca um ovo maior que o da galinha, mas como fica quieto e a galinha faz um escândalo quando bota ( propaganda! ), quem fica com a fama é a galinha. Então, ele é do tipo que faz uma auto-propaganda danada, parece que é o último mega no download do filme. Se não mostrar que é bom, mas BOM mesmo, tanto quanto se acha, será cômico, diversão garantida.

 

Já nas mulheres, quem se deu mal foi mesmo a líder, que facilitou a escolha do Justus na demissão. Muito nervosa, gaguejou demais e não conseguiu explicar a sua omissão durante a prova. Cavou a própria sepultura quando não indicou pra voltar pra sala uma outra participante ( Beatriz? ) que simplesmente a DESTRUIU na sala de reuniões. Na hora eu percebi a jogada dela: apesar da raiva, se ela chama essa outra, que se destacou positivamente, ficaria com menos chances ainda de se safar. Imagina se o Justus não esfregou essa contradição na cara dela: ué, não trouxe quem mais te criticou, então isso quer dizer que ela está certa nas suas colocações, portanto você realmente merece ser demitida? Ou, como está transparecendo, não trouxe pra não ter que competir com uma concorrente muito mais forte?

 

Xeque-Mate. Logo que ela saiu o Justus começou a descer a lenha, mas aí pisou no freio e soltou uns elogios pra disfarçar.



Escrito por mequinho às 20h50
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Dirty Deeds e Destroyer  

Sábado fomos no Blackmore Rock Bar. Igual o Manifesto, que há anos falamos de ir mas na hora, nada. Legalzinho o local, pra se ver show mesmo. Parece um Volkana mais fechado hehe!

 

Primeiro veio o Destroyer, cover do Kiss. Estão na ativa desde 1984, impressionante isso. Surgiram naquela explosão de Kiss que aconteceu aqui entre 82 e 84, que eu era pequeno mas lembro... era Kiss pra todo lado, virou assunto nacional, coisa que hoje em dia é impossível de se repetir ( mesmo com o U2 esse ano não foi a mesma coisa ). Cover do Kiss é legal porque, se for uma merda, vira palhaçada com aqueles malucos maquiados em cima do palco, e mesmo assim vale. Mas o Destroyer é bom, principalmente no visual e trejeitos. Só quando o deixaram o baterista cantar que foi um balde de água fria. O Ace Frehley então, um fiasco cantando. Mas foi legal.

 

Agora, o cover do AC/DC, PQP! Um dos melhores que eu já vi. Por sorte era o Dirty Deeds, o mesmo que eu vi no Volkana anos atrás. Perfeito, perfeito! Melhor que aquilo, só o AC/DC mesmo. Todos os clássicos no set, ótima caracterização ( com direito a strip do Angus hehehe! ) e uma puta presença de palco. Nota 10.

 

Quando o Dirty Deeds já estava na metade do set, alguns gaiatos começaram a fazer stage dive ( subir no palco e mergulhar de volta pro público ). O primeiro foi beleza, mas depois subiu um sujeito bêbado como um bode, que foi sendo levado de volta pelo público até cair perto de onde eu estava, em cima da mesa. Foda que a namorada de um amigo meu perdeu os óculos nessa.

 

Só que o “pior”  estava por vir: um maluco com tipo físico igual ao do João Gordo, completamente CHAPADO, resolveu entrar na brincadeira. Na primeira vez que pulou, acho que pegou todo mundo se surpresa e até tentaram segurar aquela coisa monstruosa voando. Na segunda, todo mundo já se preveniu e saiu de perto, a não ser um coitado que quase morreu esmagado, pegou em cheio. Aí veio a última do set, Dirty Deeds Done Dirty Cheap, e a gente até falou “putz agora ele se mata”. Não deu outra: lá foi o doido pular, só que aí nada amorteceu a queda e mesmo com o som da banda deu pra ouvir o barulho. Enquanto todo mundo se mijava de rir ( quem conhece o Tripé imagina ele sentando no chão pra rir ), o gordão era retirado desacordado do local, carregado por umas 5 pessoas. Quando a gente foi embora ele estava na entrada do Blackmore, rindo e com um hematoma vermelho no rosto. Isso aí, ROCK ´N ROLL, como diria o Ozzy! Só o Rock mesmo pra te fazer rir de uma cena deprimente como essa.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 21h59
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Sheeva!

  

Não curti nenhum dos nomes sugeridos pro mascote do grandioso PAN. Bah!

 

As minhas alternativas seriam:

 

a)- Agamenon

 

b)- Sheeva

 

c)- Kriptus-RÁ

 

Meu preferido é Sheeva. Já imaginou que coisa linda as criancinhas gritando “EEEEEEEEEEE! SHEEVA! SHEEVA! Ehhhhhhh!” ?

 

Muito melhor.



Escrito por mequinho às 21h58
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