Rolling Stone Brazuca, DP no Jô

  

Rolling Stone no Brasil

 

Peguei a segunda edição da Rolling Stone brasileira, e gostei. 

 

É como uma, er, Veja do universo POP, incluindo aí claro que um pouquinho da pretensão e arrogância da semanal. Mas as matérias são boas, englobando em 130 páginas música, cinema, games e até um pouco de política.

 

A quantidade e a qualidade do conteúdo de uma revista como essa, quando chega ao Brasil, assusta quem tá acostumado com a Roadie Crew (ótima!), Rock Brigade, Bizz e afins. Nesse número tem o Iggy Pop na capa (parecendo um réptil, como disse um amigo meu). Tem matérias ou pelo menos alguma coisinha com The Who, Pink Floyd, Cientologia (a seita maluca do Tom Cruise), Tom Zé, Slayer, um especial sobre a explosão do rock brasileiro em 1986, a reeleição do Lula, Monty Phyton, a gestão do Gilbero Gil no MINC, a batalha entre PS3 x Xbox 360 x Wii... ou seja, um pouco de tudo. Uma delícia pra quem gosta de acompanhar esses assuntos.

 

É revista pra se ler aos poucos, pra durar o mês até chegar a próxima. Se continuar por esse preço, pretendo comprar todo mês. Nem vou entrar no mérito das avaliações (reviews) de CDs e shows, porque a revista não é segmentada, então já estou preparado para ler alguns absurdos ou análises genéricas querendo achar defeito em tudo. Essa é a revista que disse que o Uriah Heep jamais faria sucesso, então deixa pra lá essas coisas. Comprar revista é um hábito que eu não perdi com a internet, e aliás faz 1 ano que estou namorando a box em CD-ROM com todos os números da antiga Bizz.

 

Deep Purple no Jô

 

Essa semana o DP foi ao Programa do Jô. Grande coisa. Eu falei aí em cima da não-segmentação da RS, e o Programa do Jô também não é especializado em Rock Pesado, então não dá pra se esperar uma SUPER entrevista quando uma lenda viva comparece. Mas que fica um sentimento de que a entrevista podia ser melhor conduzida, isso fica. O primeiro bloco até que foi OK. O Jô aproveitou uma deixa pra falar de Frank Zappa, legal! Mas deve ter ficado angustiado na cadeira, já que era uma banda de Hard Rock / Heavy Metal mas devido a idade avançadíssima dos caras ele não tinha cabelos suficientes pra fazer graça, comparar com a careca do Derico e tal. Nem botas carnavalescas. Ah, mas tinha o quepe do Ian Gillan! Ufa!!!

 

Mostrou o Rapture of the Deep, comentou sobre Smoke on the Water, ofereceu caipirinha pros caras (o Roger Glover fez sinal de positivo na hora, bem engraçado) e, ao perguntar sobre o nome da banda, deu um OWNED involuntário no Gillan: o vocalista brincou que antigamente as bandas colocavam nomes com cores, visto Black Sabbath, Pink Floyd, etc, e o Jô complementa “RAINBOW!”. Gillan fez uma cara de “er... sim, Rainbow...”. Ah se o gordo soubesse das histórias hehehe...

 

Já o segundo bloco foi constrangedor. Sem uma pauta digna do convidado, o Jô deslanchou a falar de futebol, baseball, a colocar em dúvida a masculinidade do Cricket... bizarro! Tantos assuntos interessantes, tanta coisa que se poderia perguntar, mas a entrevista virou um bate-papo ridículo sobre esportes, com o entrevistador chegando ao cúmulo de perguntar a cada um dos integrantes sobre qual time inglês eles torciam, como se todos ali fossem fanáticos por futebol.

 

Aí quando a Globo coloca Lost ou 24 Horas durante as férias e a audiência triplica, quero ver falarem que ninguém assiste ao gordo por causa do horário...



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 22h51
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Hello! I´m Borat!

 

Como Fazíamos Sem: sei que é estranho indicar um livro que nem li ainda, mas neste caso acho que vale. O Como Fazíamos Sem é tipo um Guia dos Curiosos, enfocando invenções que hoje fazem parte do nosso cotidiano e que nem paramos pra pensar como era a vida sem elas. Por exemplo: como as pessoas faziam antigamente sem torneiras, lâmpadas, fósforos, papel higiênico, canetas, absorventes, etc. Como eram enterradas? Como tomavam banho? E o mais preocupante: QUANDO? Essa questão de higiene é a que mais impressiona...

 

Já vi algumas entrevistas da autora, Bárbara Soalheiro, e além de ser simpática e de ter lançado uma obra interessante, me lembrou a Sara do CSI. E com os dentes do meio juntinhos.

 

(ok, neura minha, sei que a Jorja Fox não parece o Lemmy...)

 

Borat: essa quem me passou a dica foi o Guilherme, o mesmo do esplendoroso Blog do Chewbacca. Borat é uma comédia sobre um jornalista do Cazaquistão que vai fazer um documentário nos EUA, tentando se adaptar ao estilo de vida dos americanos. Pelo trailer parece que o estilo é meio Monty Phyton misturado com Simpsons, ou seja, politicamente incorreto total. Muito bom mesmo.

 

 

Link do Youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=Fq_fzdEk0r8

 

Essa semana o burrão aqui descobriu que quase fritou o processador durante 1 ano e meio sem nem perceber. Minha CPU tá com um humilde Sempron 2.6, que trabalha a 1.8 GHz.

 

Eis que na bios tava configurado a 2.2, uma velocidade irreal pra ele, que o micro sofre pra agüentar porque o processador esquenta muito. Esses dias fez muito calor, então instalei o Asus Probe pra investigar por que tava reiniciando tanto, e bingo: sem fazer NADA, só com o Windows, chegava fácil a 70 ºC com o gabinete montado, praticamente o limite. Aí, era ligar um videozinho básico e pimba: tombo na certa.

 

Foi baixar o clock na bios que resolveu.

 

O bicho já anda trabalhando que nem um daqueles malucos de Serra Pelada, e eu ainda jogava ar quente na cara do coitado...



Escrito por mequinho às 23h47
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Onde estão os Beatles???

 

Tava olhando um exemplar da Revolution, excelente revista apenas sobre Beatles que teve algumas edições publicadas na época dos Anthologies, e vi esse desenho, com o casamento no Quarteto Fantástico.

 

 

Onde estão John, Paul, George e Ringo, o bandido mexicano? Pô, moleza...

 

Essa revista era muito boa, que pena que durou pouco. Nesse mesmo número fala de uma versão da Helter Skelter com VINTE E SETE MINUTOS! Doidera...



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h43
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Uns Games

 

O PS3 acabou de sair, mas pelo seu preço faraônico pra mim por exemplo só será uma realidade lá por 2008. Faz tempo que não falo de games, então vamos lá.

 

Capcom Classics Vol. 2: 1 ano atrás comentei sobre o Vol. 1 aqui. Esse tá mais forte, com clássicos como Captain Commando, Strider, Magic Sword, Knights of the Round, King Of Dragons, etc. Pra quem é fãs de shooters, tem Eco Fighters e Varth, os dois inéditos em consoles. Mas nada de Alien Vs Predator, Cadillacs & Dinosaurs, Dungeons & Dragons e Punisher. Problemas de licenciamento, com certeza. 

 

E claro, os dois maiores chamativos: o lendário Street Fighter 1, que na verdade só vale pelo (quase) ineditismo em consoles (é INJOGÁVEL hoje em dia), e Super Street Fighter 2 Turbo, teoricamente em sua primeira versão arcade perfect. Deve ser mesmo, porque o programador que cuidou desse game posta no shoryuken.com, fórum hardcore em jogos de luta que eu leio, e garantiu que seria uma emulação do arcade, ou seja, nada de port ou emulação de PSone, como aconteceu naquela aberração que saiu no Vol.1. Aparentemente ele fez o serviço direitinho, tá de parabéns. Lógico que nada substitui o MAME, mas ter essa coletânea oficial com jogos que marcaram a nossa adolescência é legal mesmo assim.

 

PSX: achei um bloquinho de anotações e listinhas que fazia quando ainda não tinha CPU. Tem uma com a relação dos games que joguei no Playstation em jul/96, que me fizeram escapar do Mocorongo64. SF Alpha, Darkstalkers, Alien Trilogy, Tekken 2, Destruction Derby, Twisted Metal, R.Racer Revolution, Skeleton Warriors, Resident Evil, Wing Comander 3, Loaded e Philosoma. Depois de um sábado jogando isso, desisti de esperar a concorrência. Pirei com a diversão do D. Derby, a abertura do Philosoma, o terror de RE. 

 

God Of War: incrível, cinematográfico, com seqüências que achei que nunca veria num videogame. É como os bons jogos de ação dos 16bits, porém com a tecnologia atual. Muito bom mesmo.

 

God Hand: bem cômico, também inspirado nos 16bits, é como aqueles jogos tipo Final Fight e Streets of Rage, mas meio pirado. Mistura velho oeste com monstros, sem levar nada a sério, parece até uma paródia. No começo achei uma merda, mas agora já estou curtindo. Pra se jogar sem exigir muito.

 

Mortal Kombat Armageddon: melhorou alguns pontos em comparação ao Deception, mas piorou em outros. Vantagens: todos os personagens da série (mais de 60!) e modo Kreate a Fighter; desvantagens: sistema de Fatalities, joguinho extra mais fraco (o Motor Kombat). De resto, mantém o nível: excelentes cenários, abertura animalesca, etc.

 

Garotinha testando o Wii Sports (hilário demais, mas as meninas certamente dirão "ah... que fofa!" hehehe)

http://www.youtube.com/watch?v=_wczw4PlKuE

 

O modo brasileiro de se consertar um Xbox 360:

http://www.youtube.com/watch?v=cIARuzFOExc



Categoria: Games
Escrito por mequinho às 23h40
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Lost - Terceira Temporada 

SPOILERS!!!

Assisti à terceira temporada do Lost, naquele esquema que adorei: tudo de uma vez, de madrugada, até o sol raiar. Na verdade a mini-temporada né, já que até o começo de 2007 serão só 6 episódios que retratam basicamente a prisão de Jack, Kate e Sawyer nas instalações dos “outros”.

 

Continua legal e instigante, mas sem dúvida um pouco abaixo das duas primeiras, não sei se porque foram apenas 6 episódios, ou porque já estão chegando no limite do que é aceitável. Mirabolante ao extremo Lost já é, mas até pra forçar a barra numa série como essa tem que saber a hora de pisar no freio, se não cairiam naquela solução medíocre de se explicar tudo como sonhos, alucinações, reality show, etc.

 

Locke “doidão”, por exemplo. Já sabemos desde a primeira temporada que ele tem uma ligação meio espiritual com a ilha, a trata quase como um ser vivo. A cena da bad trip dele pelo aeroporto foi sensacional (o flashback foi seu pior até agora), mas o problema é isso se tornar uma constante, com os personagens encontrando soluções para tudo intencionalmente em sonhos ou miragens programadas. Seria um passo certo para a enrolação. E perae: como que a escotilha implode, segundo ele mesmo, e ele acorda quase ileso no meio da floresta?

 

Por falar nisso mesmo: outro detalhe que achei esquisito foi o fato de Charlie não voltar à escotilha depois da explosão ao final da outra temporada. Nonsense total: ocorre uma explosão ou coisa parecida, seus amigos estão lá, você volta correndo para a praia e fica ali tranquilamente, sem pedir ajuda, sem a menor vontade de retornar imediatamente para ver o que aconteceu? E mais ninguém na praia vem perguntar nada, o céu fica violeta de repente e tudo bem, não se forma nem uma rodinha básica? Que é isso... será que eles já se acostumaram tanto com desastres que nem ligam mais para explosões, terremotos, mortes?

 

Um dos motivos de eu querer ver rápido são as notícias sobre o Rodrigo Santoro, que os portais da net obrigam a gente a engolir spoliers sem dó a qualquer coisa que aconteça com o personagem Paulo, cuja maior participação até agora foi testar uma descarga. Tudo bem, legal ter um brasileiro fazendo sucesso no exterior, o falatório é inevitável, principalmente nos sites de fofoca e celebridades, mas já ta enchendo o saco.

 

A morte do Mr. Eko, um dos melhores personagens novos da segunda temporada (o outro você sabe quem é, brooothar! ), espero que não tenha sido em vão. Dos que estrearam agora, chama a atenção a frieza de Juliet, que não se sabe se é vilã ou heroína, e que rendeu a assustadora cena do vídeo que ela exibe pro Jack (pelo menos eu fiquei assustado hehe).

 

O lado bom é o que Lost ainda sabe fazer como nenhuma outra série: te prender dentro de uma história que parece ter ramificações infinitas. O começo da segunda temporada era incrivelmente FODA, dificilmente conseguirão igualar, mas a vila toda arrumadinha dos “outros” nessa terceira, vendo o avião passar, também foi de balançar o coreto dos fãs. Esses 6 episódios não são do mesmo nível do que foram os 6 primeiros da anterior, porém pela competência que os produtores já mostraram deve ser algo momentâneo, uma transição e tal, como mostram os momentos finais, com Jack dando uma jogada de mestre pra cima dos “outros”.

 

E já rendeu pelo menos uma frase pra ficar na história: “os ursos só demoraram 2 horas”.  Owned, Sawyer!  


Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 22h26
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Que pena!

 

Hoje fiquei triste pra caramba com a final do vôlei feminino. Acordei de madruga pra assistir (quer dizer, emendei hehe), até peguei no sono lá pela metade, e quando acordei tava no fim do tiebreak. Que raiva pqp! De novo o Brasil estava com a vitória nas mãos contra as russas e deixou escapar.

 

Mas como escreveu o Juca Kfouri: essa derrota deu tristeza. Diferentemente do Brasil na Copa do Mundo, quando deu... vergonha.

 

Greve no Corinthians

 

Que comédia hoje no Corinthians!

 

http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=111&nwid=18817

 

Vi as imagens dessa cena cômica na Gazeta e foi mesmo constrangedor. Roger Chinelinho foi o pior, todo desarticulado e perdido, perguntando para um assessor o que era mesmo pra falar... patético. Eles têm todo o direito de fechar a boca, mas a imprensa devia ser mais unida e dar o troco: não falar o nome desses pangarés por um bom tempo, falar “o zagueiro do corinthians”, “o número 6”, etc.

 

Hoje de manhã só teve um que se levantou e disse umas verdades.



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 22h24
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Rush - R30

 

Finalmente assisti ao DVD que registra a turnê comemorativa dos 30 anos de carreira do Rush. Quando ele saiu lembro que alguns fãs chiaram, já que fazia pouco tempo desde o lançamento do Rush In Rio. Mas R30 se justifica por vários motivos. Pra começar o show é em local fechado, na Europa, e o som do público alemão é praticamente inaudível. Ou seja, o oposto do anterior: o clima é outro, com a atenção focada na banda, não na experiência público x banda. Um detalhe que me surpreendeu foi o tamanho da arena, que numas tomadas perto do final parece ser grande, ainda que um ovo perto do Maracanã.

 

O show é o que os fãs já estão acostumados: sensacional, com o humor dos canadenses sempre presente. No solo do Peart a vontade de xingar a TV é a mesma de quando sai um golaço do Brasil numa Copa do Mundo. Na verdade não há muito o que se falar da qualidade do show em si, então vou comentar algumas diferenças, detalhes que me chamaram a atenção, etc.

 

O set list é ótimo, com surpresas, balanceado e servindo como complemento do Rush In Rio. É aquela coisa: se não houvesse o registro anterior, seria imperdoável a ausência de Natural Science, Red Sector A e outros sons importantes. R30 começa com um fenomenal meddley instrumental, com trechos de músicas de todos os discos até Hemispheres, algumas há muito esquecidas como Bastille Day e A Passage to Bangkok. Hold Your Fire, álbum desprezado na turnê anterior, é rapidamente trazido de volta com Force Ten, uma das músicas mais nervosas e energéticas do Rush. Red Barchetta, emocionante como sempre! Também da fase “tecnológica” dos anos 80 são resgatadas Subdivisions, a sisuda Mystic Rhythms e a tensa Between The Wheels, maior surpresa de todas. Xanadu reaparece, porém numa versão enxuta (er... melhor assim do que não ter, certo?), e 2112 sai da mesmice de Overture/Temples Of Syrinx com a inclusão de uma terceira parte: Grand Finale, que por mim nunca mais sairia. Além dessas, quase todos os covers do EP Feedback, com destaque para The Seeker e Summertime Blues.

 

Infelizmente algumas músicas foram limadas do DVD sem necessidade. YYZ, La Villa Strangiato e The Trees pagam o preço de terem aparecido em Rush In Rio, e foram sacrificadas para se evitar um excesso de músicas repetidas. Decisão que hoje a banda se arrepende, porque seria legal apreciá-las com um som melhor. Certamente alguém vai falar que o show ficou mais conciso, mas qual o fã em sã consciência pode abrir mão desses clássicos? Outro detalhe que eu não gostei foi a versão cadenciada de Animate. Interessante escutá-la de outra maneira? Sem dúvidas, mas ficou como a Metal Gods devagar quase parando que o Judas Priest faz hoje em dia: esquisito, o tempo todo fica parecendo que alguma coisa tá errada, com o freio de mão puxado.

 

O segundo disco é legal, com promo-vídeos raros e entrevistas de todas as fases. Os vídeos são toscos, pois lá por 1977 não existia a cultura do videoclipe, então o que se tem é simplesmente a banda tocando num palco. Interessante é que nem sempre é playback, então vale como um registro de como músicas como Circumstances soavam ao vivo na época em que foram criadas. Em La Villa Strangiato achei que eles a tocam melhor hoje: na época parece que eles ainda estavam “pegando a manha” de tocar todas aquelas partes diferentes e malucas. Há também uma versão nova para Closer To The Heart, gravada em estúdio para as vítimas do Tsunami, com participação do filho de Alex e um garoto que ainda não sei quem é. As entrevistas são um deleite para os fãs, como uma em que Geddy Lee fala dos planos sobre o que viria a ser Permanent Waves, e depois com o trio já em estúdio, comentando o álbum recém-finalizado. E um dos 2 easter eggs é muito divertido, com o Lifeson aprontando mais uma das suas palhaçadas antes de uma premiação!

 

 

 

R30 é obrigatório para qualquer fã, seja por mais um fantástico show, seja pelos extras. É um DVD que você percebe que está valendo o investimento assim que abre a embalagem, bem caprichada. Agora é esperar a box Rush Replay sair por aqui!



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 00h19
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Projeto Absurdo é Tirado da Pauta

  

Felizmente foi tirado da pauta do Senado o absurdo projeto que estabelecia pena de reclusão de 2 a 4 anos a quem usasse a internet sem identificação.

 

Link:

 

http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/32941.shtml

 

O relator do projeto é o digníssimo Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), aquele mesmo acusado de ter se beneficiado do “valérioduto”. A intenção, que é uma mistura de ingenuidade com a típica demagogia dos políticos que apóiam esse tipo de coisa, era combater os crimes virtuais como pedofilia, racismo, fraudes bancárias, etc. Lógico que o projeto ganhou força com os últimos acontecimentos envolvendo o Orkut, mas chega a ser burrice mesmo (não tem outra palavra) achar que burocratizando a vida do internauta seria possível combater criminosos, que sempre usariam de subterfúgios para continuar em ação.

 

Inócuo contra meliantes, chegava a prever a responsabilidade criminal do coitado do professor, no caso do aluno acessar a rede sem identificação durante uma aula... como se fosse humanamente possível um professor controlar 40 ou 50 moleques atrás de um monitor cada, ao mesmo tempo... patético.

 

Enfim, uma sandice fascistóide, coisa do mesmo nível de se querer controlar o que as pessoas podem assistir na TV, querer obrigar as rádios a tocar apenas música nacional, querer controlar a imprensa escrita, etc. Me lembrou também aquele projeto do Deputado Aldo “devagaaaaar quase paraaaaaaando” Rebelo sobre o uso de línguas estrangeiras em público, querendo estabelecer multas para quem escrevesse “50% Off” em vez de “50% de desconto”, por exemplo. Também acho ridículo quando o inglês é utilizado sem necessidade, mas daí a querer controlar isso, com multa, na era globalizada em que vivemos... é assim que começa o fascismo.

 

Aliás, por falar em multa, não é difícil imaginar qual seria o próximo passo, se a idéia do Sr. Azedo fosse pra frente: criar um imposto, claro! Já pensou: uma CPMF da informática! A cada vez que o internauta conectasse, pagaria 25 centavos ao Governo, e o valor arrecadado seria utilizado na inclusão digital (HÁ-HÁ-HÁ!!!).



Escrito por mequinho às 20h33
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Ridículos e Inesquecíveis

 

Tava pensando esses dias nuns personagens especiais que marcaram minha infância. Não personagens principais, heróis bem sucedidos, etc, mas aqueles que apareciam pouco e eram patéticos, sendo mais divertidos que muitos “normais” das histórias. Nem falo do Pateta porque ele é um dos mais populares...

 

Bizarro (Superamigos) - nossa, como me divertia quando essa aberração aparecia! A antítese do Superman, praticamente um Frankenstein, ele era muito... bizarro hehe! Todo torto, corcunda, pele cinza, com o símbolo do Superman ao contrário no peito, tinha uma característica básica fundamental: tudo em seu mundo era literalmente quadrado, absurdo, tosco e ao contrário. Até seu rosto era quadrado!

 

O desenho do Superamigos era uma porcaria, valendo apenas pelo saudosismo, mas essa versão do personagem é a que eu gosto. Bizarro é a prova de quem nem tudo com queixo quadrado não tem carisma... Bizarrão é carismático mor poxa!

 

Rolo (Turma da Mônica) - o Rolo também não era dos mais populares, mas com certeza era e é querido por muitos! Típico bicho-grilo parado no tempo, com cabelo-costeletas em volta de toda a cabeça, sempre de calça e sandálias, era um personagem mais voltado pro público pré-adolescente, que podia entender melhor seus... rolos.

 

Louco (Turma da Mônica) - esse era um barato! Do nada aparecia gritando no canto da revista, ou aprontava alguma maluquice. O legal dele era justamente o lado nonsense, de aparecer pra atrapalhar a história, encher o saco. E como aparecia pouco, pronto: ganhou alma cult. Interessante é que ele sempre me lembrou o Jannick Gers do Maiden, sei lá por que, e agora achei o visual e fisionomia do Desmond (Lost) parecidos.

 

Peninha (Disney) - todo descabelado, cara de desanimado, vestido com uns trapos... esse era o Peninha, repórter atrapalhado, um desastre. É daqueles que só de você olhar já dá vontade de rir, não precisava nem ele fazer alguma das suas cagadas.

 

Existem outros que eram figurinhas raras nos desenhos e que eu sinto saudades, como o Ciclope no He-Man, mas esses que relacionei eram os mais patéticos, mais divertidos.



Escrito por mequinho às 20h41
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