Álbuns de 2006

 

Mesma coisa de 2005: vou falar de alguns dos discos que escutei esse ano. Os do Maiden, Queensryche e Pearl Jam, os que eu mais gostei, já comentei bastante, tá aí nos arquivos à esquerda.

 

Iron Maiden - A Matter Of Life And Death: demorou, mas finalmente eles lançaram um disco com cara própria, como antigamente. É verdade que nem todo mundo foi com essa “cara”, mais densa, arrastada e sombria que nunca, mas quem assimilou bem ganhou o melhor disco da Donzela em quase 20 anos. Reincarnation Of Benjamin Bregg, Legacy, For The Greater Good Of God, Longest Day... dentro do meu gosto, músicas como essas já garantiram seu lugar entre os clássicos.

 

Queensryche - Operation Mindcrime 2: não botava muita fé, principalmente depois do fiasco do Helloween com sua pavorosa continuação dos Keepers, mas os caras mandaram bem. Não é exagero nenhum dizer que a banda ressuscitou, após 10 anos de decadência. Muita gente considerou apenas mediano, e se você comparar lado a lado com o original ele é mesmo, mas eu curti pra valer. Só Hostage e The Hands já valem o disco.

 

Pearl Jam - Pearl Jam: facilmente o melhor desde Yield, muito superior aos pouco inspirados Binaural e Riot Act. Um álbum fácil e gostoso de se ouvir, que passa um clima de que a banda está feliz em tocar junta.

 

Evergrey - Monday Morning Apocalypse: sem surpresas aqui: novamente um disco apenas “bom”, que não chega perto dos excelentes In Search Of Truth e Recreation Day. Todas as músicas são curtas e diretas, fazendo um contraponto com o anterior. A banda é boa, mas parece que eles lançaram seus melhores trabalhos muito rapidamente, e agora será difícil manter a criatividade. Pra citar uma música: In Remembance, a mais acessível.

 

Tarot - Crows Fly Back: um daqueles casos de bandas pequenas que me chamaram a atenção e se confirmaram belas surpresas. Foi assim com Headstone Epitaph, Rawhead Rexx, Seven Witches, Evergrey, etc. Pra quem curte Heavy tradicional, com refrãos marcantes, vale a pena conhecer. Recomendo essas: Traitor, Ashes To The Stars e Messenger Of Gods. Foda!!!

 

 

Slayer - Christ Illusion: esse é batata: o Slayer de sempre (graças a... Deus?), só que novamente com a habilidade do Lombardo, o Neil Peart do Thrash Metal. Nada que se compare a um Seasons In The Abyss, mas não decepciona também. Continua exalando sangue das caixinhas!

 

Blind Guardian - A Twist In The Myth: estavam relativamente em baixa, e retornaram com um ótimo disco. Mais direto (ufa!), pomposo na medida certa, e com o que os fãs adoram: backing vocals e vocais dobrados abundantes, além de uma capa lindíssima. Aliás, quem disse que capas com dragões já encheram o saco hehe? Se forem lindas como essa, e na banda certa, tudo bem! Gostei de todas, mas destacaria Carry The Blessed, New Order e Skalds And Shadows, que não devem NADA aos maiores clássicos.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 17h29
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Europe - Secret Society: estão, desesperadamente, forçando a barra pra parecer moderninhos. Num caso como o deles isso é perigosíssimo, dificilmente dá certo. The Final Countdown os deixou milionários, mas também teve seu preço: simplesmente não dá pra imaginar um disco do Europe sem teclados depois dela. Em Start From The Dark fizeram justamente isso, e agora repetem a dose. O resultado é de médio pra fraco, inexpressivo, mas ainda rende bons momentos AOR, como na ótima Forever Travelling, uma das mais agradáveis que ouvi esse ano. 

Beyond Fear - Beyond Fear: o projeto solo do Ripper Owens (ex-Judas Priest, atual Iced Earth) me lembrou os álbuns do Accept dos anos 90, ou do UDO, num determinado sentido: um Heavy Metal certinho, muito bem tocado, com músicos competentes, mas em que falta alguma coisa. Falta aquela empolgação que surge num refrão do Tarot, por exemplo. É como aquele time que é uma verdadeira seleção, que dificilmente perde, mas sempre ganha de 1 a 0 sem dar espetáculo, com um futebol burocrático. Longe de ser ruim, mas nada memorável. Sobra pouca coisa além dos agudos sempre impressionantes do Ripper.

 

Agora a coisa fica preta...

 

Ian Gillan - The Gillan´s Inn: esperava muito dessa coletânea com regravações. Quer dizer, esperava que fosse pelo menos algo à altura de um dos maiores vocalistas de todos os tempos. Putz, mas o cara perdeu o bom senso, passando vergonha ao assassinar clássicos da sua carreira. O que ele e, quem diria, seu cúmplice Tony Iommi, fizeram com Trashed, é caso de Polícia! Pra ficar pior, só se a regravassem em ritmo de salsa ou hip-hop, sei lá! Seria melhor ter engavetado essa tranqueira e deixado pra ser descoberta como “raridade póstuma” daqui a uns 45 anos. Seria menos constrangedor...

 

Mindflow - Mind Over Body: a palavra “hype” costuma ser usada para bandas “alternativas” superestimadas, mas quem disse que o Prog Metal também não tem dessas coisas? Faz quase 1 ano que eu só vejo falarem bem dessa banda, que é o “Dream Theater brasileiro”, que é a maior revelação, etc. Tocaram no Live ´N Louder... poxa, tinha que conhecer! Nossa Senhora... é o típico Prog Metal que eu detesto: tão quebradinho, tão intrincado, que parece que moeram a fita master e mixaram tudo depois. Chato, muito chato... nada a ver com Threshold, Evergrey, Ayreon, etc. Troféu Quisque 2006 -  categoria nacional.

 

Aliás, o PIOR disco que eu ouvi esse ano, é...

 

Kiske - Kiske: zzzzzzz....zzzzzzz... ah! Opa! Ano passado eu comentei aqui sobre o ótimo Place Vendome, que infelizmente era só um projeto. Não deu outra: ano novo, banda nova, e lá vem o Sr. Melagrião soltar suas lombrigas de Brian Adams pra cima da gente. Esse disco é tão chato, mas TÃO chato, que faz o Mindflow parecer os Ramones. As caixinhas também exalam sangue aqui, mas de dor, e se bobear seus tímpanos vão no embalo! Músicas melancólicas, tristes, monótonas... até aí tudo bem, principalmente se fosse uma banda gótica ou de Doom, mas aqui prevalece o lado insuportável desses adjetivos. Parece aquele artista que acha que tem muito a dizer, aí se mata escrevendo e depois cantarola em cima de qualquer coisa do nível de um assobio de barbearia, só pra justificar o lado musical. É uma pena, mas o sujeito além dos cabelos perdeu completamente o senso do ridículo. 9,8 Marilenas Chauís na escala Aldo Rebelo de chatice.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 17h24
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Dream Theater - Live At Budokan 

Gravar no lendário Budokan é um sonho pra toda banda de rock. É como se fosse um diploma: se você já lotou um Budokan, pode colocar no currículo que sua banda, pelo menos por algum período, foi GRANDE. E esse vídeo do Dream Theater é legal até por ficar fácil entender como o público japonês é diferente: ficam parados praticamente o tempo todo, sem sair do lugar (há cadeiras na pista), e é fácil ver fãs de terno e gravata (!) espalhados pela platéia. É apenas o jeito deles curtirem: tem que ser muito babaca e símio pra achar que só quem pula ou faz rodinha em show é que curte de verdade.

 

O set list foi pensado priorizando-se os álbuns mais recentes (até 2004), com exceção claro do Scenes From a Memory, que já tinha recebido o seu próprio registro ao vivo. Assim, é feito um revezamento entre sons do nervoso Train Of Thought (2003), do Six Degrees Of Inner Turbulance (2001) e do menosprezado Falling Into Infinity (1997). O Train é o disco mais Heavy Metal do DT, alguns fãs não gostaram do seu direcionamento mais “seco”, mas ao vivo acho que fica mais fácil assimilar músicas como This Dying Soul e As I Am. Stream Of Conciousness é emocionante, lembra mesmo os bons tempos de quando o Metallica fazia sons instrumentais monstruosos, e In The Name Of God tem a honra de fechar o show. Uma pena não ter Endless Sacrifice e Honor Thy Father (uma da músicas mais insanas que já ouvi).

 

 

Six Degrees é um álbum meio confuso (eu acho), e justo a música dele que mais marcou, Glass Prison, não está aqui. Espalharam trechos da música título ao longo do set (pra quem não sabe: ela tem nada menos que 42 minutos), além de Disappear. E, para a minha alegria, o Falling Into Infinity é relembrado dignamente com a lindíssima Hollow Years (que NÃO é baba, nem música brega de amor, de corno na fossa... muita gente acha isso sem conhecer a letra e pelo arranjo ter um jeitão romântico), Trial Of Tears, com seu começo inspirado em Xanadu, e a fenomenal New Millenium, uma das minhas preferidas deles em todos os tempos. Nesse fantástico som o baixista John Myung (o homem sem feições hehe) usa um instrumento diferente, chamado Chapman Stick.

 

 

Esse é o grosso, mas ainda tiram do fundo do baú Only A Matter Of Time, do primeiro disco, e unem todos os seus sons instrumentais numa única música, chamada InstrumedleyOutro trecho interessante é o duelo teclado x bateria que acontece no meio de Beyond This Life. O Jordan faz uns sons que imitam vozes no teclado, e o Portnoy imita na bateria. Juro que eu, que não conheço nem 10% da carreira do Frank Zappa, pensei nele na hora... e era mesmo uma homenagem, ele aparece no telão ao final da brincadeira.

 

Preciso dizer que é animal?



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 20h42
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Atualizando

 

Brincando de Blog

 

Sábado fui comprar uns presentes, com o Tripé e a Renata. Lá encontramos o Giuliano e a Marina... mundo pequeno hehe! Pensei que estaria muito mais cheio o shopping, mas tava normal.

 

Não resisti: renovei quase toda a discografia do Maiden. Tinha os remasterizados a um preço ótimo, então aproveitei. O que eu prefiro nessa edição são os encartes, muito mais caprichados, ainda que algumas capas tenham piorado.

 

Peguei uns filmes também: a trilogia Corra Que a Polícia Vem Aí e Era Uma Vez no Oeste. Não tinha Encurralado, que merda!

 

A Rolling Stone de dezembro, por enquanto só li as chamadas praticamente, mas me pareceu um pouco inferior ao nº 2. E capa com Ivete Sangalo é dose hein... se começar mania de impor artista desse tipo como “pop”, paro de comprar. Se for por aí, pra ler sobre Daniela Mercury, Latino, Kelly Key ou Tati Quebrabarraco, eu compro uma Contigo ou Caras, parei. Pra ler sobre essa turma não precisaria de Rolling Stone...

 

Vi o PS3. Lindão, todo espelhado, muito bonito mesmo. Mas nem estava ligado na loja (nas TVs tava rodando o Need For Speed Carbon, não sei de qual console), e nem ousei perguntar o preço. Devia estar uns 5 mil Reais. Pechincha.

 

Ainda no sábado assisti ao vídeo do Dream Theater, e no domingo após o jogo do Inter trabalhei de pedreiro aqui no quintal.

 



Escrito por mequinho às 20h41
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Michael Moore e sua carta ao povo americano

 

Mais uma bola dentro do Moore. Mais um soco no estômago bem fundamentado em seu próprio país.

 

http://cartamaior.uol.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=78

 

Adoro quando ele faz isso, porque aí nenhum imbecil pode acusá-lo de ser anti-americano ou petista.



Escrito por mequinho às 21h59
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Fim dos CDs, MTV

 

CDs: condenados à morte?

 

Nas últimas semanas esse assunto tem aparecido bastante. Inclusive no meio do Metal: o Halford recentemente soltou faixas inéditas que ficarão disponíveis apenas em seu site, sem prensagem em CDs. O CD está perdendo muito espaço para a música digital, e analistas têm dito que o disquinho prateado desaparecerá em, no máximo, 5 anos.

 

O risco realmente é grande. Não que vá literalmente desaparecer, mas diminuir muito, isso é inevitável e já está acontecendo. Talvez a música em formato prensado se transforme quase no que é hoje o vinil: existe, mas é caro, item de colecionador.

 

E eu usei o termo “risco” lá atrás porque acharia uma MERDA a música só existir em formato mp3 ou similares. Não tem comparação o ato de você baixar um álbum com ir à loja, pegar uma capa, abrir a embalagem, acompanhar a letra, etc. Quando era vinil isso era ainda mais forte, porque vinil tinha até CHEIRO, fora o tamanho das capas. Com a praticidade do CD isso já se perdeu um pouco, mas pelo menos ainda é álbum, ainda é uma coisa palpável, concreta.

 

Os defensores do digital alegam que o que importa é a música, que sem arte gráfica, sem a mídia, a música é priorizada. O problema é que a música fica sem cara, vira mero arquivo de computador, uma coisa banalizada, desvalorizada, sem graça. Mp3 é legal pela facilidade de acesso, mas quando você gosta mesmo de uma banda, quer comprar os álbuns dela, usa o arquivo apenas como um preview. Comigo é assim, um não elimina o outro. Se a geração ipod realmente matar o CD, terá dado mais um passo para tornar a música mais descartável ainda.

 

MTV desiste de vez dos clipes

 

Por falar em mentalidade descartável, a MTV brasileira anunciou que, a partir de 2007, os clipes serão praticamente extintos da sua programação. Ou seja, o “canal da música” quase não terá... música.

 

Uma das justificativas é válida: hoje em dia a MTV perde muito para o fenômeno Youtube. Tá certo, ninguém mais fica esperando a boa vontade da emissora em exibir um determinado vídeo: caça no Youtube e pronto. A outra, que eles negam, é a chegada da PlayTV, que está dando uma surra na MTV com programação focada em games e... clipes!

 

Mas até aí tudo bem, é um canal de TV que precisa render audiência, e o formato clipe se tornou mais descartável ainda nos últimos anos. O problema é o quê eles usarão pra substituir a lacuna. Falam em especiais, jornalísticos, dizem que a música não vai desaparecer da programação. Aham, claro. Por incrível que pareça, pretendem importar mais daqueles reality shows pavorosos da matriz americana, do tipo “garotinha faz plástica pra ficar parecida com a Britney”. A produção nacional deve nos brindar com mais programas maravilhosos, do nível daquele quiz com Marina e Cazé, ou o programa da Cicarelli. Se bobear, quem sabe o Marcos Mion não volta com o antológico The Nadas, um marco na teledramaturgia brasileira...

 

Na prática, pra quem curte mesmo música, não muda nada. MTV é um canal de estilo, de moda, não de música. Claro que existem programas não-musicais bons, eu vejo também. Só é triste porque no verão passado eles priorizaram os clipes e ficou uma beleza, com o MTV Lab por exemplo (que vai pro saco).



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 21h47
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Dália Negra 

Peguei emprestados dois filmes esses dias. Um deles é o Dália Negra, que achei razoável, esperava mais por ser do Brian De Palma.

A história pega um assassinato real, que chocou os EUA nos anos 40, e parte pra ficção, oferecendo uma explicação para o crime, até hoje não esclarecido. Dália Negra é o apelido de uma jovem que sonha em ser atriz, apesar da falta de talento, cujo corpo é encontrado esquartejado, no melhor (digo, pior!) estilo Jack O Estripador. É fácil encontrar sites sobre o caso, é um dos crimes mais lembrados pelos americanos.

 

Até aqui são fatos. O lado ficção entra em cena quando dois policiais, daqueles amigos que se adoram como se fossem irmãos, assumem o caso. (EPA! Assumem a investigação hehe! Frase de duplo sentido é um perigo!). Um deles fica absolutamente obcecado em elucidar o crime, enquanto que o outro preferia retomar a investigação anterior, e aí a trama vai se complicando mais e mais.

 

Esse é o problema: o roteiro é meio forçado demais mesmo para um filme de Brian De Palma (eu adoro Dublê de Corpo!). Sabe aquele thriller bonzão, que tem uma história complicada mas que no final você sente que valeu a pena tentar entender as reviravoltas, as revelações? Então, no Dália Negra chega uma hora que dá um rolo imenso, misturando várias histórias paralelas que você não teria como imaginar, e tudo é resolvido abruptamente. Fora o final, mirabolante no sentido negativo da palavra...

 

O lado bom, que salva o filme de ser uma porcaria, são algumas cenas específicas, como a do jantar com a bizarra família de Madeleine, uma das testemunhas, ou a tomada aérea quando o corpo é encontrado, um daqueles momentos que você fala “olha! percebeu aquilo???”.

 

Dá pra ver, mas nem se compara aos filmaços que esse diretor já fez.



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 21h38
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Time bom é outra coisa!

  

Que show!

 

Que animal essa seleção de vôlei!

 

Ontem na Final, por exemplo: foi impressionante o CHOCOLATE que o Brasil aplicou no “bicho papão” Polônia. Todo mundo esperando um jogo mais difícil, mas a seleção do Bernardinho (isso sim que é técnico!) passou como um ROLO COMPRESSOR em cima dos poloneses.

 

Não deu nem graça!

 

Isso que é time com garra, com vergonha na cara. Ali não tem jogador barrigudo, fumando, arrogante, folgado e com má-vontade. Não tem paspalho armando greve contra a imprensa, e nem jogador bom acreditando que é Pelé. Também não apareceu nenhum jogador usando de uma injustificável falta de motivação agindo como se estivesse fazendo um favor ao comparecer a uma Copa do Mundo. Os caras ontem humilharam não só a boa seleção de vôlei da Polônia, mas também os MANÉS da nossa nojenta seleçãozinha de futebol, que nos envergonhou há 6 meses.

 

A palavra da vez

 

Ontem no Pânico passaram um vídeo hilário mostrando como as chamadas da Sessão da Tarde da Globo são repetitivas (a palavra confusão é usada 37 vezes!).

 

Uma palavra que se banalizou e está na moda: Planejamento. Pronto, espalhou. Agora qualquer coisa é “planejamento”. A solução mágica da vez no esporte.

 

O time tá mal? Faltou planejamento!

 

O time caiu pra segundona? Cadê o planejamento?

 

Assinaram parceria milionária? Não adiantou nada, porque faltou planejamento!

 

O Bernardinho conquista tantos títulos por que? Aha! Planejamento!

 

O que nosso time precisa para sair da lama em 2007? Adivinha...

 

Sem dúvida alguma, é a palavra do discurso fácil da vez. Igual já aconteceu com outros modismos, como o “essa mulher é uma guerreira!”, “faltou união ao grupo”, a onda do “repensar”, a do uso da “inteligência” no combate à violência...

 

Enche o saco essas manias. Não agüento mais ver um técnico ou um dirigente usando disso nas entrevistas. Torcedor ainda vai lá, porque ele muitas vezes age por mimetismo hehe...



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 22h13
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


blogdomequinho.zip.net

 
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, Homem
MSN - sergiomequinho@hotmail.com
 
Histórico
 
Categorias
  Todas as Categorias
  Música
  Games
  Cinema
  Esportes
 
Outros sites
  Orkut
  Blog do Hagi
  Blog do Henrique
  Test 4 Echo
  Brazil Under Ice
  Cineplayers
 
Votação
  Dê uma nota para meu blog