Joguinho da Trilha Sonora

Joguinho muito legal em que você escuta um pedacinho da música e tem que adivinhar qual o filme correspondente:

 

Clique Aqui!

 

(Se quiser salvá-lo pra continuar depois offline, procure nos arquivos temporários da internet no seu computador)

 

Acertei 46 (72%). A décima é palhaçada hein?

 

É bem nostálgico escutar essas trilhas clássicas do cinema.



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 21h03
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Alguns Filmes

É tanto CD saindo que faz tempo que não falo de filmes, então vou comentar rapidinho sobre alguns que assisti recentemente.

 

Donnie Darko

Filme cult e com história viajante: Donnie, um jovem tão inteligente quanto perturbado, durante uma de suas crises alucinatórias recebe um aviso de que o mundo acabará em menos de 1 mês. Não é fácil entender rapidamente do que se trata: se é uma história de terror, se ele é apenas um louco, um vidente, etc. Se você quer um filme que não te deixe confuso, melhor passar longe. Por mim, só a trilha sonora linda, com hits dos anos 80, e as tiradas do garoto em cima da professora babaca e do charlatão interpretado por Patrick Swayze já valem a pena. E finalmente entendi de onde veio aquele coelho macabro que virou moda nos fotologs... vou até colocá-lo aqui só de sacanagem, assim quem não ler vai achar que eu tô respondendo aquele questionário ridículo. Há-há...

 

 

Fenda no Tempo

Adaptação para TV de uma história de Stephen King. A idéia é interessante: 10 passageiros acordam durante um vôo para Boston e percebem que todos os outros sumiram, inclusive a tripulação. Não há sinal de rádio e o avião está à deriva, isolado do mundo. Na verdade eles nem sabem o que encontrarão lá em baixo, caso consigam pousar. Até pouco mais da metade o filme se sustenta bem apenas no mistério sobre o quê afinal está acontecendo, que situação surreal é aquela. Infelizmente, perto do final tudo afunda, com efeitos especiais nojentos e cenas de terror de quinta categoria. Se ficasse mais no subliminar, sem mostrar, apenas sugerindo, seria melhor. Não recomendo. Veja apenas se tiver curiosidade pela ligação com uma das teorias que explicariam Lost.

 

Crash: No Limite

Crash se baseia em 5 ou 6 histórias paralelas que acontecem simultaneamente num curto período de tempo, e cujos personagens, de várias etnias e classes sociais, acabam se cruzando em algum momento. Não é novidade que essa porcaria de mundo pós-11/09 é recheado de preconceito, hipocrisia, paranóia e violência. O mérito do filme, ganhador do principal Oscar de 2004, é que ele leva você a olhar para o próprio umbigo. Todo mundo tem algum tipo de preconceito ou hipocrisia, ainda que não enxergue ou não queira admitir. Não é o tipo de filme ideal para se divertir, mas ótimo para refletir. Ah, e tem uma cena com o personagem árabe que faz você suar frio e se arrepiar com o desfecho, garanto.

 

Um Estranho no Ninho

Mais uma atuação brilhante do Jack Nicholson, que vive um condenado problemático que é internado num manicômio (prefiro chamar de hospício, é tão mais cool!) para concluírem se ele é mesmo biruta ou apenas um marginal. Claro que lá ele agita os loucos, conseguindo deixá-los mais malucos ainda. O filme alterna da comédia para o drama com uma sutileza absurda. Sensacional.



Categoria: Cinema
Escrito por mequinho às 13h20
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Rush - Set List e  Snakes And Arrows Nacional

Snakes And Arrows - Lançamento Nacional

 

Já (já?) estou com meu S&A em mãos. O disco é excelente, e ganhar de presente é melhor ainda (ficar mais velho não traz só desvantagens hehe!), mas o lançamento do nacional... vou te contar hein? Além de 1 mês de atraso, o encarte, extraordinariamente bonito, saiu com defeitos graves: uma das imagens de fundo saiu zoada, e Workin´ Them Angels está como Workin´ Them Angeli.

 

Clique na miniatura para ver o defeito no background de Hope:

 

 

Na era da MP3, erros assim só colaboram para aumentar a preferência pelo CD importado.

 

Set List da nova tour

 

Segundo o rushisaband.com, as músicas abaixo foram executadas na íntegra durante os ensaios para a turnê que começa essa semana:

 

Circumstances
Entre Nous
Witch Hunt
A Passage To Bangkok
Freewill
Natural Science
Digital Man
Subdivisions
Between The Wheels
YYZ
Tom Sawyer
Spirit Of Radio
Mission

Se elas entrarem mesmo no set final será ótimo!!! Várias surpresas. Circumstances eu não esperava, pelo vocal ser muito difícil pro Geddy reproduzir hoje em dia. Entre Nous já estava entre as suspeitas, pelas declarações do Neil de que incluiriam uma música de 1979 nunca antes levada aos palcos. Digital Man, Witch Hunt e Mission renascem depois de muitos anos!  Parece que eles adoraram desenterrar Between The Wheels na tour R30, mesmo caso de Subdivisions. Fora A Passage to Bangkok, que agora merecia ser tocada inteira, não num meddley.

Uma que eu gostei de ver fora é Roll The Bones. Essa música já estava se tornando a Sanctuary ou 2 Minutes to Midnight do Rush, precisando de um descanso URGENTE. Outra ausência notável, e essa sim preocupante, é 2112... mas se Bangkok estiver completa, acho que vale a pena.

Simplesmente não há o que se reclamar dos sets do Rush.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h46
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Ozzy, Scorpions

 

Ozzy Osbourne - Black Rain

 

Talvez a dura realidade seja que Ozzy sempre dependeu demais da criatividade dos guitarristas que o acompanharam durante toda a carreira, e como Zakk Wylde lança muitos discos com seu Black Label Society, o que sobra para ser usado não é lá essas coisas.

 

As que eu gostei mais foram The Almighty Dollar e Civilize The Universe. O começo do solo de Silver parece uma homenagem a Randy Rhoads, e Lay Your World On Me tem uma levada no teclado que parece preparar um clássico no estilo No More Tears, mas fica só na promessa e o resultado é mais uma baladinha comum. Nada além do esperado, ou seja, um Ozzy burocrático e acomodado. Não chega a ser péssimo, mas o resultado é absolutamente inexpressivo para quem tem clássicos como Diary of a Madman no currículo.

 

Scorpions - Humanity: Hour 1

 

O Scorpions já viveu um momento bem decadente, entre o fim dos anos 80 e a década de 90 inteira. A manjada fórmula de se resgatar a popularidade, com sinfônico e acústico na sequência, deu certo, mas ficou faltando um retorno ao Hard Rock para saber se a banda ainda tinha futuro. Unbreakeable, seu melhor trabalho em 20 anos, chegou em 2004 e mostrou que sim, o Scorpions ainda sabia fazer bons discos de rock pesado!

 

Mais três anos se passaram, e agora Humanity: Hour 1 chega conseguindo o que o patético Eye 2 Eye tentara sem sucesso: modernizar o som da banda sem cair no ridículo. Quando falo em “modernizar”, falo em detalhes sutis, como uma afinação moderninha aqui e ali, nada muito relevante. Ainda é o Scorpions de sempre, com guitarras cortantes, muita melodia, várias baladas e letras com Love no título (nada é perfeito). O que está fazendo a diferença desse momento em relação aos anos 90 é a criatividade, que parecia ter tirado férias durante uns 4 álbuns.

 

Gostei um pouquinho mais de Unbreakeable, mas é mera questão de gosto, dá pra dizer que Humanity mantém o nível do anterior. You´re Lovin Me to Death, 321 e We Will Rise Again mostram o lado mais Heavy, e Love Will Keep Us Alive é um exemplo de balada prontinha pra tocar no rádio. Se bem que não são apenas as baladas, mas o disco todo tem um clima radiofônico, que covenhamos não é novidade nem pecado em se tratando de Scorpions. A faixa-título tem pinta de clássico, e em The Cross quem faz uma participação especial é Billy Corgan, do Smashing Pumpkins. Mas felizmente ele não estraga nada...

 

Muito bom. Tomara que continuem assim até o final.



Categoria: Música
Escrito por mequinho às 23h32
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Cair de Pé!

Quarta passada assisti, junto com meus ilustres colegas palmeirenses e são-paulinos, a um exemplo de como é “cair de pé”. Ou, numa outra expressão batidíssima mas igualmente verdadeira, “sair de cabeça erguida”.

 

Eu não fiquei com raiva pela eliminação do Santos. Tristeza sim, lógico, mas raiva não. Quando o time é eliminado mostrando garra, vontade e vergonha na cara, tudo bem. Como diria o filósofo Bambam, faz parte. Estamos fora da Final da Libertadores devido a esse maldito gol sofrido na Vila, o que lembrou a eliminação do Palmeiras para o mesmo Grêmio em 1995, quando tomou de 5 a 0 lá e aqui ganhou de 5 a 1. Ficaria puto da vida se fosse como naquele deprimente Brasil x França na última Copa.

 

Nos últimos minutos parecia mesmo que ia se repetir aquele épico Santos 5 x 2 Fluminense, o jogo mais emocionante que eu já vi. Faltou pouco, muito pouco... que pena.

 

Agora é torcer pelo Grêmio contra o Boca. Se eu morasse em Porto Alegre, certamente seria gremista. Quando era pequenho e jogava botão, adorava usar o “Tricolor dos Pampas”, e aquela partida histórica contra o Náutico, retratada no DVD A Batalha dos Aflitos, é de emocionar torcedor de qualquer time.

 

Ah, e o Terceiro Tempo, programa do Milton Neves na Band AM, foi como nos velhos tempos: pau geral entre cartolas, aparecidos e jogadores. Tá certo que no meio da semana um imbecil de uma rádio pequena aqui de SP falou um festival de ofensas pesadas contra os gaúchos, mas não justifica um dirigente chamar o Marcelo Teixeira de “moleque”, ou de dar palpite em assuntos internos do Santos, que ele não tem autoridade nenhuma pra se meter.



Categoria: Esportes
Escrito por mequinho às 23h22
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