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Rush -
Atlanta 13/06/07
DVD Bootleg
Só assisti metade
desse DVD Bootleg da nova tour, mas já é o bastante para
recomendá-lo!
É
o show de estréia da turnê, realizado num anfiteatro em Atlanta, nos EUA. Já
conhecia o áudio de dois boots normais, e poder curtir as imagens agora é muito
legal!
Gravado com uma única
câmera, com as inevitáveis dificuldades de se registrar um show do meio do
público, claro que não é perfeito, com pessoas e vultos atravessando a tela vez
ou outra. Mas confesso que me surpreendi com a qualidade, pois em 90% do tempo a
imagem fica estável e nítida. Como foi gravado bem do fundo da platéia, a
sensação é a mesma de quem estava ali no meio, com uma visão panorâmica do palco
que infelizmente os DVDs oficiais não oferecem como opção de
câmera.

Por ser o primeiro
show é claro que eles ainda não estão na sua melhor forma, como acontece com
toda banda (ATÉ com o RUSH, vejam que coisa hehe!). A única falha de verdade
mesmo ocorre em
Between The Wheels, em que a guitarra do Alex só
funciona após quase 1 minuto de música. Vídeos nos telões são mais dedicados às
músicas novas ou às surpresas, e quem viu os do Rush in Rio e R30 sabe como os
feitos em CG são animais, como o de Far Cry, por exemplo. O humor surrealista do
Rush se faz presente em momentos como na intro, em que o Geddy é acordado por
uma versão bizarra de si mesmo, na abertura ala Monty Phyton para The Larger
Bowl e nos gorilas de Main Monkey Business.
Como eu disse, ainda
não assisti na íntegra, afinal show dessa banda não tem picaretagem e são quase
3 horas de clássicos e surpresas que eu quero curtir com atenção depois. Estou
bastante curioso sobre o solo novo de Peart, o polvo. Mas só essa primeira parte
já mata o fã do coração, com Circumstances, Entre Nous,
Mission, Digital Man, etc, formando um set list que respeita
tanto o novato quando o fã veterano.
Para conseguir essa
jóia, por enquanto só se registrando no http://www.dimeadozen.org e baixando o
torrent. É DVD triplo e o arquivo tem cerca de 10GB, portanto boa sorte. Nem vou
colocar o link direto porque não adianta sem ser registrado, mas depois de feito
o cadastro basta procurar por Rush DVD Atlanta ou Rush DVD Tastes
Like Chicken.
Categoria:
Música
Escrito por
mequinho
às
21h57
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Beijoqueiro, a Fênix!
Estou terminando de assistir à primeira temporada de Heroes, a série que rivalizou e roubou audiência de Lost nos últimos meses.
Hoje, além do chocolate aplicado na hora do almoço pela seleção feminina de futebol nas americanas (sem o time principal, é verdade), com a Marta, o nosso Ronaldinho Gaúcho de saias entortando as adversárias, foi muito legal assistir ao glorioso renascimento de uma figura lendária, há muito sumida: o infame Beijoqueiro!
É foda, mas já existe uma geração inteira que nem faz idéia de quem ele seja. Foi bom o que aconteceu, uma prova real e inequívoca da sua presença entre nós! Poxa, o coitado estava tão no ostracismo que até eu pensei que tivesse batido as botas.
Pra quem não sabe, o Beijoqueiro é um português radicado no Brasil que tem a mania de invadir eventos importantes e tascar beijos em alguma celebridade. Fez isso com Frank Sinatra, Roberto Carlos e até o Papa João Paulo II. Isso quando conseguia furar o bloqueio: invariavelmente apanhava feito um condenado, chegado a sofrer fraturas. Tinha um jeitão de desequilibrado, biruta mesmo, chorava copiosamente do nada...
Pois hoje ele ressurgiu, com direito aos comentários hilariantes de irritação do Galvão Bueno e tudo! Yeah good times are coming back baby! Lembro de uma vez o Galvão falando “ah não, de novo essa figura deprimente, triste...que coisa...” hahaha! Parece também o Louco da Turma da Mônica, que aparece do nada só pra pentelhar.
O Beijoqueiro pertence àquele seleto grupo de figuras que eu chamo de “lamentáveis, porém adoráveis”, junto ao INRI Cristo, o Bandido da Luz Vermelha, Urandir o ET, etc. Sensacional!
Nahoul, sucessor de Farfour!
Lembram do Farfour, o Mickey Mouse do Hamas, que ensinava terrorismo às crianças palestinas, que foi martirizado? Então, agora surgiu seu sucessor. No caso, seguidora: Nahoul, a abelha!!!
http://www.youtube.com/watch?v=rml8T7cV-VE
Reparem que a voz é a mesma! E o discurso terrorista e anti-semita também.
Pensei que eles usariam o Pateta ou o Pluto. 
Escrito por
mequinho
às
21h54
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Heroes
Estou terminando de assistir à primeira temporada de Heroes, a série que rivalizou e roubou audiência de Lost nos últimos meses.
Tô gostando. Como comecei a ver logo após o espetacular final da terceira temporada da minha série preferida, claro que no comecinho foi dureza. Mas aos poucos você se acostuma, desde que tenha algum gosto por quadrinhos e aceite as “liberdades poéticas”, muito mais presentes aqui.
A história basicamente é sobre pessoas comuns que descobrem possuir poderes especiais, e cujas vidas aos poucos vão se cruzando em direção a um ponto comum. Há a líder de torcida que se regenera (e não consegue morrer), o enfermeiro que (aparentemente...) voa, a modelo de internet com uma dupla personalidade assassina (quase isso... no spoilers hehe), o policial capaz de ler pensamentos, o japonês atrapalhado capaz de viajar e parar o tempo, etc. Entre todos eles há um geneticista indiano tentando dar seqüência ao trabalho do pai, que possuía um mapa com a localização dessas pessoas e tentava encontrar uma explicação genética para seus poderes, antes de ser misteriosamente assassinado.

Pra quem curte X-Men é quase como uma versão alternativa, porque as semelhanças são várias. Os superpoderes não são uma dádiva, uma maravilha, e acabam trazendo mais problemas e traumas do que benefícios. Para diferenciar um pouco do desenho, existe uma espécie de Prof. Xavier, mas sem aquelas intenções pacifistas e humanitárias. E em Heroes também não ocorre, pelo menos até agora, um embate entre humanos e mutantes: os heróis aqui também se sentem perseguidos ou discriminados, mas por razões meramente individuais.
Uma das coisas que eu mais gostei, e que parece ser a grande sacada dos produtores, é a expectativa em torno do encontro de novos heróis. Até agora todos possuem um superpoder único e original, e você fica curioso pra descobrir o que ele faz de diferente. Além disso, claro que existe um supervilão, muito bom por sinal.
A box acaba de sair, e a Record parece que vai exibir na TV aberta até o começo de 2008. Quem gosta de séries totalmente seqüenciais, como Lost e 24h, dificilmente não gosta de Heroes. 
PS: cada vez que vejo as imagens da tragédia da semana passada, fico meio baqueado. Acho que todo mundo fica, lógico. Só de pensar naquelas pessoas morrendo, no estado em que ficaram os corpos, no trauma dos familiares, etc. Aquela imagem da Michelle tentando se salvar é angustiante demais, dá vontade da gente também ter um superpoder pra voltar no tempo e impedir o acidente. Infelizmente não estamos no mundo de Heroes, mas no Brasil, e apenas como mais uma evidência de que esse desastre não será o último vale uma reportagem que vi há pouco, mostrando que as imediações do aeroporto de Guarulhos também já estão sendo ocupadas por moradias irregulares...
Categoria:
Cinema
Escrito por
mequinho
às
22h13
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Começou o PAN
Achei bonita a cerimônia de abertura. Gostei da canção de ninar da Adriana Calcanhoto e do momento em que se reproduziu Copacabana. Em meio aos devaneios ufanistas do Galvão Bueno, quem definiu bem foi a Fátima Bernardes: o legal é que é uma festa com a nossa cara.
Mas como detesto batucada, claro que alguns momentos foram dureza. Arnaldo Antunes, nosso querido Frank, já tinha sido dose pra leão. Quando apareceu o Chico (ex)Xuquinha então, dando aquele grito, er, apoteótico, até pensei : “bah falem logo vai: foi de propósito!”. As presenças desses dois ilustres abomináveis da MPB, além de uns 5 intermináveis minutos após o desfile das delegações, em que ninguém entendeu o que estava acontecendo, foram os únicos momentos constrangedores do espetáculo em si.
Além, é claro, do assunto que vai dominar os próximos dias: a vaia ao Lula.
Ficou chato pra caramba. Ali quem estava presente não era o Lula, era o Presidente da República, e não foi a hora certa de vaiá-lo, por mais que ele mereça depois de falar que o brasileiro reclama demais. Igualmente constrangedoras foram as vaias a algumas delegações, como EUA e Bolívia. Tem idiota que não separa as coisas, não entende que aquelas pessoas são, antes de tudo, atletas, e merecem respeito.
Brasileiro não tem mesmo semancol, não sabe mesmo se comportar. Pensa que qualquer momento é motivo pra vaias, gritos, pulos, piruetas, etc. Depois a gente reclama quando é chamado de macaco, índio, maloqueiro... 
Ah, e quem deveria ter acendido a chama olímpica é o Romário. Fecharia com chave de ouro. Dane-se a lorota dos 1000 gols: por tudo o que fez na carreira e por ser carioca, não haveria melhor escolha.
Agora é ver o que acontece nesse PAN, carnavalesco em todos os sentidos, inclusive nos piores possíveis. Torcerei pelos atletas normalmente, pois eles não têm culpa dos desmandos e delírios. Sou totalmente contra esse tipo de evento no Brasil. Pelo menos desse jeito que foi feito, queimando BILHÕES dos cofres públicos sem a menor austeridade.
PS: o blog ideal pra quem quiser se informar sem ser pelo jornalismo “maravilhado” das grandes emissoras está aí nos links. 
Categoria:
Esportes
Escrito por
mequinho
às
21h58
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Oh no They killed Farfur!!!
Quando você pensa que já viu tudo de mais bizarro por aí, sempre aparece algo novo surpreendendo.
No jornal do Marcelo Rezende um tempinho atrás foi mostrado o glorioso FARFUR, uma cópia tosca do Mickey Mouse feita pelo grupo radical palestino Hamas, utilizado num programa infantil cujo objetivo é ensinar as crianças a odiarem o Estado de Israel desde cedo. É isso mesmo: um programa sobre terrorismo para criancinhas, apresentado por um clone pirata do Mickey Mouse, tão horrendo que o sujeito toda hora tem que segurar a cabeça do boneco.
Claro que a bizarrice foi alvo de protestos, e o tal Mickey terrorista foi obrigado a sair do ar. Mas não deixaram barato: isso foi pretexto para transformá-lo em mártir! No vídeo abaixo o boneco é interrogado e depois espancado por um judeu. Em seguida, a garota que também apresenta o programa aparece recebendo um telefonema de uma menina de 3 anos revoltada com os “judeus que mataram Farfur!”....
http://www.youtube.com/watch?v=iDMta_VBdLQ
Lolesco! 
PS: espero que façam a Turma do Farfur um dia, ou a Farfurlândia. Queria só ver o Pateta ou o Peninha fazendo tutorial de como se explodir num ônibus ou coisa parecida.
Escrito por
mequinho
às
20h47
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Na Marechal
Fim de semana desses fizemos outra “tour” na Marechal Deodoro, aqui em SBC, atrás de umas bugigangas.
Nas Americanas, primeiro aquela fuçada básica nas ofertas de DVDs. De diferente e bem baratinho tinha Os Dez Mandamentos, o Fahrenheit 11/09 do Michael Moore, o clássico com Clint Eastwood Fuga de Alcatraz e até o folclórico Calígula, aquele mesmo que tirou a TV Gazeta do ar. Pornochanchada épica.
Na decadente área de CDs (ou seria o contrário...), o de sempre. Absurdos, como o obscuro House of the Blue Light do Deep Purple a quase 40 reais dividindo espaço com aquelas coletâneas picaretas de MPB, que eu até já falei aqui sobre. Fiz a minha parte: coloquei lado a lado a do Carlinhos “Minalba” Brown, a do Chico “Xuquinha” César (duplo!!!) e de mais um que até já esqueci o nome, formando um mangue-trash-3hit combo. Se colocasse mais um acho que a prateleira não agüentava tanta ruindade junta e desabava.
Depois passamos numa loja grande lá perto do Paço Municipal. Ali já se chuta o pau da barraca logo na entrada: de um lado os CDs, do outro o kit pirataria completo, com CDRs, material para impressão, caixinhas, tudo. Só faltou escrever logo “compre 1 e copie quantos quiser!”.
Mas o bacana mesmo são os cestões, que eu chamo de valas comuns, o cúmulo supremo da humilhação a que um artista pode chegar. Tinha dois, de R$ 3,00 e R$ 4,00, escancarados na fachada como que implorando pra algum carroceiro levar. Claro que eu tinha que enfiar a mão pra descobrir o que é tão ruim que vale menos que um pedaço de pizza, ou tanto quanto um CD do Supla, o Krusty brasileiro.
No de R$ 3,00 tinha isso:

Assim... é inegável que ele tem certo mérito: vai direto ao que interessa, sem hipocrisia de falar que a música é um meio, que é uma banda e tal. Nesse caso não tem meio e nem banda, só bunda mesmo, ao ponto de se colocar o telefone das tais “perdidas” na contracapa.
Só que estava no de três reais, então fiquei curisoso pra saber o que valeria 1 Real a mais no cestão ao lado. Logo alguém falou “haha olha isso!”:

Fala a verdade: só pelo nome já vale esse Real extra! 
No fim das contas não comprei nenhum CD, só um DVD-RW.
Escrito por
mequinho
às
20h46
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